- Missão de resgate busca elevar o Observatório Neil Gehrels Swift, de 1.452 quilos, a uma altitude mais segura para evitar queda na Terra.
- A operação é inédita e envolve captura robótica comercial de uma espaçonave da Nasa não projetada para manutenção.
- Se bem-sucedida, será a primeira vez que uma missão robótica comercial captura uma nave não destinada à manutenção no espaço.
- Sem intervenção, o Swift cairia abaixo de um limiar orbital este mês devido ao arrasto atmosférico e à atividade solar recente.
- O observatório, ativo há quase vinte e dois anos, estuda objetos cósmicos em múltiplos comprimentos de onda e tem a observação guiada pela equipe da Faculdade de Ciências Eberly, da Universidade Estadual da Pensilvânia, com consumo de energia reduzido.
Uma missão de resgate busca evitar a queda do Observatório Neil Gehrels Swift, da Nasa, à Terra. O objetivo é elevar a sonda de 1.452 quilos a uma altitude mais segura, reduzindo o risco de reentrada. A operação envolve uma abordagem robótica comercial para capturar a espaçonave não projetada para receber manutenção no espaço.
Quem atua? a equipe de operações do Swift, sediada na Faculdade de Ciências Eberly da Universidade Estadual da Pensilvânia, coordena a ação. A missão envolve também a Nasa, que acompanha o andamento e as previsões de órbita do observatório, que observa o cosmos em múltiplos comprimentos de onda há quase 22 anos.
Quando e onde? Sem intervenção, o Swift provavelmente entraria na atmosfera de forma descontrolada ainda neste mês, devido ao arrasto atmosférico e à atividade solar recente. A altitude atual e as condições espaciais elevam o risco de queda, segundo avaliações da Nasa.
Detalhes da missão
A operação propõe capturar a nave não tripulada de forma segura para reposicioná-la. A iniciativa marca uma primeira tentativa de uma missão robótica comercial de remoção de uma espaçonave sem manutenção planejada.
Contexto técnico
Para ganhar altitude segura, a equipe reduziu o consumo de energia e ajustou o observatório para manter observações com menor resistência aerodinâmica. A meta é manter o Swift a aproximadamente 300 quilômetros de altitude, onde o arrasto é menor e o risco de reentrada é reduzido.
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