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Golpes contra microempreendedores individuais crescem; saiba como se proteger

- O início do ano é crítico para MEI, com alta movimentação financeira e fraudes. - Golpistas usam táticas de urgência e mensagens alarmistas para enganar. - O Sebrae alerta sobre cinco golpes comuns, como falsas guias de pagamento. - Formalização do MEI é gratuita e deve ser feita no portal Gov.br. - Cuidado com ofertas de crédito; prefira solicitações em canais oficiais.

O início do ano é um período propício para a aplicação de golpes, especialmente devido à alta movimentação financeira. Criminosos aproveitam essa época para criar falsas cobranças que podem ser confundidas com despesas reais. Para os empreendedores, é crucial estar atento, pois muitos buscam regularizar pendências financeiras e formalizar seus negócios como Microempreendedores Individuais (MEI). […]

O início do ano é um período propício para a aplicação de golpes, especialmente devido à alta movimentação financeira. Criminosos aproveitam essa época para criar falsas cobranças que podem ser confundidas com despesas reais. Para os empreendedores, é crucial estar atento, pois muitos buscam regularizar pendências financeiras e formalizar seus negócios como Microempreendedores Individuais (MEI). Lillian Callafange, analista do Sebrae, alerta que os golpistas exploram a inexperiência dos novos empresários, enviando mensagens fraudulentas sobre registros e pagamentos.

Os MEI são frequentemente alvo de mensagens que prometem descontos em tributos, mas que na verdade contêm links falsos e cobranças indevidas. O Sebrae recomenda que os donos de pequenos negócios fiquem atentos a comunicações via WhatsApp, e-mail, SMS e correspondências. Em caso de dúvida, é aconselhável buscar informações nos canais oficiais do Sebrae e do governo federal. Entre os golpes mais comuns estão as falsas guias de pagamento do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS-MEI), que podem ser confundidas com lembretes legítimos do Sebrae.

Os golpistas também criam páginas falsas que imitam os portais oficiais do governo, cobrando pela formalização do MEI, que deve ser feita gratuitamente pelo portal Gov.br. Além disso, há fraudes relacionadas à Declaração Anual do Simples Nacional do MEI, onde criminosos enviam e-mails solicitando correções e incluindo links maliciosos. Enio Pinto, gerente de Relacionamento do Sebrae, ressalta que a condição de MEI não obriga contribuições a associações comerciais.

Por fim, ao buscar linhas de crédito, é essencial que os empreendedores procurem empresas consolidadas e verifiquem a autenticidade dos sites. O Sebrae recomenda cautela ao receber ofertas de crédito por WhatsApp, SMS ou redes sociais, sugerindo que as solicitações sejam feitas pessoalmente sempre que possível.

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