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XP Investimentos eleva recomendação para Santander e mantém neutra para Bradesco e Nubank

- A XP Investimentos elevou a recomendação para as units do Santander (SANB11) para compra. - O preço-alvo do Bradesco (BBDC4) é de R$ 17, com potencial de valorização de 49%. - Para o Santander, o preço-alvo é de R$ 35, indicando um upside de 40%. - O Nubank (ROXO34) enfrenta dificuldades, com projeção de R$ 11,30 e sem potencial de valorização. - Analistas destacam a reestruturação do Bradesco e a estratégia de financiamento do Santander.

A XP Investimentos atualizou suas projeções para o setor bancário, elevando a recomendação para as units do Santander (SANB11) para compra. A análise considera os últimos resultados e as previsões macroeconômicas, mantendo uma visão neutra para Bradesco (BBDC4) e Nubank (BDR: ROXO34). O preço-alvo para BBDC4 foi fixado em R$ 17, com um potencial de […]

A XP Investimentos atualizou suas projeções para o setor bancário, elevando a recomendação para as units do Santander (SANB11) para compra. A análise considera os últimos resultados e as previsões macroeconômicas, mantendo uma visão neutra para Bradesco (BBDC4) e Nubank (BDR: ROXO34). O preço-alvo para BBDC4 foi fixado em R$ 17, com um potencial de valorização de 49%, enquanto para SANB11 é de R$ 35, representando um upside de 40%. A projeção para o Nubank é de R$ 11,30, sem expectativa de valorização.

Os analistas Bernardo Guttmann, Matheus Guimarães e Rafael Nobre destacam que a estratégia do Santander de diversificar suas fontes de financiamento deve aumentar as margens financeiras líquidas (NIM) e apoiar um retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) mais sustentável. Apesar da redução do custo de risco para 3,5%, este ainda está acima dos níveis pré-pandêmicos, sugerindo espaço para novas reduções nas provisões.

Em relação ao Bradesco, a análise aponta que o banco enfrenta um processo de reestruturação desafiador, visando a redução da inadimplência e a recuperação da lucratividade. Embora o ROE tenha melhorado para 12,4% no terceiro trimestre de 2024, é considerado improvável que supere o custo de capital próprio, estimado em 17% para 2025.

O Nubank, por sua vez, enfrenta dificuldades devido a um menor apetite por risco e ao aumento dos custos de financiamento. Os analistas observam que a empresa tem dificuldades para justificar seus altos níveis de valuation em um cenário de desaceleração do crescimento esperado.

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