Os resultados dos fundos da Empiricus Gestão em dezembro de 2024 foram apresentados em uma live por João Piccioni, CIO, e Mariana Ferreira, Head de Relações com Investidores. A dupla destacou o desempenho expressivo dos fundos, especialmente no setor de tecnologia, que se consolidou como o preferido para investimentos em renda variável. O índice S&P […]
Os resultados dos fundos da Empiricus Gestão em dezembro de 2024 foram apresentados em uma live por João Piccioni, CIO, e Mariana Ferreira, Head de Relações com Investidores. A dupla destacou o desempenho expressivo dos fundos, especialmente no setor de tecnologia, que se consolidou como o preferido para investimentos em renda variável. O índice S&P 500 teve alta de 23% em dólar, enquanto o Nasdaq subiu 28%. O fundo Tech Chain se destacou com valorização superior a 80%, impulsionado por ativos como Broadcom.
Na live, Piccioni também comentou sobre o fundo Tech Select, que se beneficiou da exposição a grandes empresas como Tesla e Amazon. No entanto, ele alertou sobre os riscos da Tesla devido à sua volatilidade. A Alphabet foi mencionada como uma potencial “mega cap” para 2025, especialmente por suas inovações em computação quântica. O fundo Tech Bets está explorando essa nova fronteira tecnológica, com a Rigetti, cujas ações subiram 400% em dezembro, embora Piccioni tenha enfatizado a necessidade de cautela nesse setor especulativo.
O segmento de criptomoedas também teve um desempenho robusto, com o Bitcoin próximo de US$ 100 mil. O fundo Crypto Metals Blend, que combina criptomoedas e metais preciosos, apresentou retorno de 74%. Nos multimercados, o fundo Macro Select subiu 7,64%, enquanto o Head Fund teve alta de 28%, apesar de desafios no último trimestre. Os fundos de ações nacionais, por outro lado, enfrentaram dificuldades, com o fundo Deep Value caindo 5% em dezembro.
Piccioni anunciou novidades nos fundos de renda fixa, como a transformação do fundo Cash Yield em D+0, oferecendo liquidez diária e fechando o ano com 102% do CDI. A família Atrium planeja maior exposição a crédito privado e FIDCs, visando retornos mais estáveis. Para 2025, os gestores estão otimistas, prevendo um ano de “exponencialidade tecnológica” com oportunidades em IA, anúncios e computação quântica.
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