Analistas da Wells Fargo, liderados por Mike Mayo, afirmam que os grandes bancos se beneficiarão com a possível segunda gestão de Donald Trump, que promete aumentar a desregulamentação. Mayo destaca que, além de medidas regulatórias mais brandas, a eficiência governamental e a “revolução do bom senso” mencionada por Trump em seu discurso de posse indicam […]
Analistas da Wells Fargo, liderados por Mike Mayo, afirmam que os grandes bancos se beneficiarão com a possível segunda gestão de Donald Trump, que promete aumentar a desregulamentação. Mayo destaca que, além de medidas regulatórias mais brandas, a eficiência governamental e a “revolução do bom senso” mencionada por Trump em seu discurso de posse indicam uma supervisão mais favorável aos negócios. Ele considera que essas mudanças representam um “triplo benefício” para as ações de bancos de grande capitalização.
Mayo acredita que o início de uma nova era bancária está se formando, caracterizada por mais mercados livres e re-regulamentação, o que deve impulsionar receitas e retornos, além de facilitar a intermediação financeira pelos bancos. O analista aponta que as novas mudanças regulatórias favorecerão especialmente os bancos centrais, com o Citi sendo sua principal escolha no setor.
Scott Bessent, indicado por Trump para o cargo de secretário do Tesouro, também enfatizou a necessidade de uma reforma regulatória que estimule mais empréstimos e revitalize os bancos. Mayo prevê que um aumento de 1% no crescimento dos empréstimos resultaria em um incremento de aproximadamente 1% nos lucros dos bancos. Ele acrescenta que um aumento de capital e a redução dos custos regulatórios podem levar a taxas de empréstimos mais baixas, beneficiando os bancos em comparação com instituições não bancárias.
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