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Compra de bonés ‘anti-Maga’ cresce no Canadá após ameaças de Trump

- A loja canadense vendeu mais de 45 mil bonés com a frase "O Canadá não está à venda". - O primeiro-ministro de Ontário, Doug Ford, impulsionou as vendas ao usar o boné. - Os bonés custam R$ 187 e trazem referências patrióticas, como o ano de 1867. - Justin Trudeau alertou para uma resposta "robusta" às tarifas que Trump pretende impor. - Trump sugere que o Canadá poderia ser o 51º estado, gerando reações intensas.

Uma loja canadense registrou um aumento significativo nas vendas de bonés com a mensagem “O Canadá não está à venda”, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sugerir que o Canadá poderia se tornar o 51º estado americano. O boné, que contrasta com o famoso slogan de Trump “Make America Great Again”, ganhou notoriedade […]

Uma loja canadense registrou um aumento significativo nas vendas de bonés com a mensagem “O Canadá não está à venda”, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sugerir que o Canadá poderia se tornar o 51º estado americano. O boné, que contrasta com o famoso slogan de Trump “Make America Great Again”, ganhou notoriedade quando o primeiro-ministro da província de Ontário, Doug Ford, foi visto usando a peça em uma reunião sobre tarifas que Trump pretende impor ao Canadá.

Desde a divulgação do boné, mais de 45 mil unidades foram vendidas, com 150 pedidos originários dos Estados Unidos. Antes da promoção feita por Ford, apenas cem bonés haviam sido vendidos. Os itens estão disponíveis em vermelho, azul-marinho e branco, custando 45 dólares canadenses (aproximadamente R$ 187), e incluem variações com a frase “Forte e livre” e o número 1867, que marca a fundação do Canadá.

O dono da loja, Liam Mooney, expressou que a criação do boné foi uma resposta criativa às ameaças de Trump, considerando-a um ato de patriotismo. Após o sucesso inicial, a loja expandiu sua linha de produtos, agora oferecendo camisetas, gorros e adesivos, com preços que variam de 7 a 40 dólares canadenses (R$ 29 a R$ 165).

Enquanto isso, Trump continua a pressionar por tarifas, alegando que o Canadá e o México não controlam a imigração ilegal e a entrada de fentanil nos EUA. O primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, alertou que o país está preparado para uma resposta “robusta” caso as tarifas sejam impostas, enfatizando que isso também afetaria os interesses americanos.

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