O IRB (Re) firmou um termo de arbitragem com a Previ, referente a uma demanda apresentada pelo fundo de previdência dos funcionários do Banco do Brasil em janeiro de 2024. A assinatura do termo permite o início do procedimento de arbitragem, que foi solicitado pela Previ na Câmara da B3. O fundo busca um ressarcimento […]
O IRB (Re) firmou um termo de arbitragem com a Previ, referente a uma demanda apresentada pelo fundo de previdência dos funcionários do Banco do Brasil em janeiro de 2024. A assinatura do termo permite o início do procedimento de arbitragem, que foi solicitado pela Previ na Câmara da B3. O fundo busca um ressarcimento de R$ 10 milhões.
A disputa surge em meio à desvalorização acentuada das ações do IRB desde fevereiro de 2020, atribuída à suposta divulgação de informações falsas nas demonstrações financeiras da companhia. O IRB (Re) destacou em comunicado que a situação está relacionada a eventos que ocorreram em 2020, quando a empresa enfrentou uma crise devido a fraudes contábeis.
Naquele ano, o IRB revisou suas demonstrações financeiras de 2019 após a análise de uma nova diretoria, que identificou registros incorretos. O escândalo resultou na saída do então diretor-presidente, José Carlos Cardoso, e do diretor financeiro, Fernando Passos. Durante uma teleconferência com analistas, ambos mencionaram a suposta compra de ações do IRB pela Berkshire Hathaway, de Warren Buffett, mas a empresa negou posteriormente essa informação.
Após a negativa da Berkshire Hathaway, o IRB esclareceu ao mercado que as informações sobre a compra de ações não eram verdadeiras. A situação continua a ser monitorada, enquanto o processo de arbitragem avança.
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