A inflação na zona do euro acelerou para 2,5% em janeiro, superando a expectativa de 2,4% dos economistas consultados pela Reuters. Os dados, divulgados pela Eurostat, mostram que a inflação núcleo, que exclui alimentos, energia, álcool e tabaco, permaneceu em 2,7% desde setembro. A inflação de serviços caiu levemente para 3,9%, enquanto os custos de […]
A inflação na zona do euro acelerou para 2,5% em janeiro, superando a expectativa de 2,4% dos economistas consultados pela Reuters. Os dados, divulgados pela Eurostat, mostram que a inflação núcleo, que exclui alimentos, energia, álcool e tabaco, permaneceu em 2,7% desde setembro. A inflação de serviços caiu levemente para 3,9%, enquanto os custos de energia aumentaram 1,8% em relação ao ano anterior, um salto em comparação ao aumento de apenas 0,1% em dezembro.
Após atingir um mínimo de 1,7% em setembro, a inflação voltou a subir, refletindo a dissipação dos efeitos de base de preços de energia mais baixos. O Banco Central Europeu (BCE) afirmou que a desinflação “está bem encaminhada” e que a inflação deve retornar à meta de 2% ao longo deste ano. A instituição também destacou que a maioria dos indicadores de inflação subjacente sugere que os preços se estabilizarão em torno da meta.
Na última quinta-feira, o BCE cortou as taxas de juros em 25 pontos base, reduzindo a taxa de depósito para 2,75%. Novas reduções nas taxas são esperadas ao longo do ano. Os dados divulgados na segunda-feira seguem a publicação dos índices de preços ao consumidor de economias-chave da zona do euro, como França e Alemanha, que apresentaram taxas anuais de 1,8% e 2,8%, respectivamente, segundo dados preliminares.
As informações foram harmonizadas em toda a zona do euro para garantir comparabilidade. Este é um relato em desenvolvimento, e atualizações adicionais devem ser esperadas.
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