As ações da Fiserv subiram mais de 7% na quarta-feira, alcançando um recorde após a empresa de pagamentos divulgar resultados do quarto trimestre que superaram as expectativas. O fechamento foi de $229,53, superando o pico anterior de novembro e apresentando um aumento de cerca de 60% no último ano. Fundada em 1986, a Fiserv oferece […]
As ações da Fiserv subiram mais de 7% na quarta-feira, alcançando um recorde após a empresa de pagamentos divulgar resultados do quarto trimestre que superaram as expectativas. O fechamento foi de $229,53, superando o pico anterior de novembro e apresentando um aumento de cerca de 60% no último ano. Fundada em 1986, a Fiserv oferece tecnologia de pagamentos digitais para pequenas empresas e instituições financeiras.
Os ganhos ajustados foram de $2,51, acima da estimativa média de $2,48 dos analistas, enquanto a receita cresceu cerca de 7%, totalizando $5,25 bilhões, superando a previsão de $4,96 bilhões. O segmento Clover, que inclui hardware e software de pagamentos, teve um crescimento de 29% em relação ao ano anterior, alcançando $2,7 bilhões em 2024. O CEO Frank Bisignano destacou a Clover como um motor de crescimento e ressaltou a importância das relações com 3.500 bancos nos EUA.
A Fiserv completou a aquisição de $22 bilhões da First Data em 2019, o que, segundo Bisignano, fortaleceu a estrutura da empresa. Ele mencionou que a integração permite atender tanto pequenas empresas quanto grandes corporações, como McDonald’s e Walmart. Em janeiro, a empresa anunciou Michael Lyons como CEO-eleito, que assumirá em 30 de junho ou após confirmação do Senado dos EUA.
Para 2025, a Fiserv projeta um crescimento de receita entre 10% e 12%, superando a expectativa de 8% dos analistas. A previsão de ganhos ajustados está entre $10,10 e $10,30, alinhada com o consenso de $10,21 de Wall Street. Após os resultados, a Mizuho reafirmou sua recomendação de compra, destacando a rede de distribuição da Fiserv e o desempenho da Clover, embora tenha apontado riscos como a possível desaceleração de novos clientes comerciantes nos EUA e a consolidação bancária.
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