O tráfego de pedestres nas áreas mais movimentadas de Nova York cresceu em janeiro, mesmo com a implementação de um novo pedágio para motoristas. Cerca de 36 milhões de pessoas estiveram ao sul da 60th Street, representando um aumento de 4,6% em relação ao mesmo mês do ano anterior, conforme dados da Metropolitan Transportation Authority […]
O tráfego de pedestres nas áreas mais movimentadas de Nova York cresceu em janeiro, mesmo com a implementação de um novo pedágio para motoristas. Cerca de 36 milhões de pessoas estiveram ao sul da 60th Street, representando um aumento de 4,6% em relação ao mesmo mês do ano anterior, conforme dados da Metropolitan Transportation Authority (MTA). Juliette Michaelson, vice-diretora da MTA, destacou que o aumento no fluxo de pedestres indica que o pedágio não inibiu o acesso a Midtown e Lower Manhattan.
Desde o início do programa, em 5 de janeiro, motoristas passaram a pagar US$ 9 para dirigir na área durante horários de pico. Apesar do apoio de grupos ambientais e defensores do trânsito, críticos, incluindo o presidente Donald Trump, argumentam que a medida pode prejudicar a recuperação econômica da cidade. A MTA espera arrecadar US$ 15 bilhões com o pedágio, que será utilizado para modernizar o sistema de transporte da cidade.
Os dados mostram que o número de veículos ao sul da 60th Street caiu em 1,2 milhão, uma redução de 7,5%, o que melhorou os deslocamentos, com o tempo médio de viagem pelo Holland Tunnel diminuindo em 48%. A MTA acredita que a nova tarifa ajudará a reduzir a poluição do ar e a aliviar o tráfego em uma das áreas mais congestionadas do mundo.
Uma pesquisa recente revelou que seis em cada dez eleitores apoiam a continuidade do pedágio, o que sugere um aumento no apoio público à iniciativa. Apesar das possíveis tentativas de Trump de reverter a medida, a tendência atual aponta para uma aceitação crescente do programa de preços de congestionamento entre os nova-iorquinos.
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