O mercado imobiliário brasileiro enfrenta intensa concorrência, com proprietários podendo vender imóveis sem intermediários. Corretores e imobiliárias dependem de vendas para sua remuneração, tornando cada cliente e cadastro de imóvel ativos valiosos. As imobiliárias tradicionais possuem equipes de corretores que gerenciam cadastros e atendem clientes, mas frequentemente precisam recorrer a parcerias para atender a demanda […]
O mercado imobiliário brasileiro enfrenta intensa concorrência, com proprietários podendo vender imóveis sem intermediários. Corretores e imobiliárias dependem de vendas para sua remuneração, tornando cada cliente e cadastro de imóvel ativos valiosos. As imobiliárias tradicionais possuem equipes de corretores que gerenciam cadastros e atendem clientes, mas frequentemente precisam recorrer a parcerias para atender a demanda por imóveis.
Essas parcerias são fundamentais para viabilizar negócios que, de outra forma, não seriam possíveis. Corretores autônomos e pequenas imobiliárias utilizam essa estratégia colaborativa, que se fortalece com a criação de redes e associações. Um exemplo é a MAPI, em São Paulo, que reúne imobiliárias de alto padrão para compartilhar portfólios, mantendo um número restrito de participantes.
A Re/Max, uma das grandes do setor, reportou um crescimento de 24,5% em 2024, com 21 mil imóveis vendidos e um volume de vendas de R$ 12,5 bilhões. Para 2025, a meta é alcançar R$ 14 bilhões, contando com suas mais de 600 franqueadas. Outra iniciativa é a proptech Pilar, que oferece suporte a corretores de imóveis de luxo, cobrando comissões entre 10% e 15%, bem abaixo das taxas tradicionais.
Essas tendências indicam um movimento crescente de colaboração no setor, refletindo a ideia de que “sonho que se sonha junto é realidade”. Com a união de esforços, o mercado imobiliário busca otimizar vendas e expandir oportunidades, beneficiando tanto profissionais autônomos quanto pequenas imobiliárias.
Entre na conversa da comunidade