Um grupo de trabalho criado pelo governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, deve apresentar até julho de 2024 uma nova metodologia para definir o preço da passagem do Metrô do Rio, que atualmente é a mais alta do Brasil, custando R$ 7,50. Essa nova abordagem terá efeitos retroativos, conforme decisão do Tribunal de Contas […]
Um grupo de trabalho criado pelo governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, deve apresentar até julho de 2024 uma nova metodologia para definir o preço da passagem do Metrô do Rio, que atualmente é a mais alta do Brasil, custando R$ 7,50. Essa nova abordagem terá efeitos retroativos, conforme decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ), o que pode complicar ainda mais a situação do presidente da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ), João Fukunaga.
Fukunaga já enfrenta pressão devido a um déficit de R$ 14 bilhões em um fundo da Previ registrado no ano anterior. Com a nova metodologia, a avaliação patrimonial do Metrô do Rio deve sofrer uma queda significativa. A Previ, que possui um quarto das ações da concessionária, estipulou um valor superior a R$ 800 milhões por sua participação, o que tem dificultado as negociações.
Os outros acionistas da concessionária incluem os fundos de pensão Funcef e Petros, além do fundo Mubadala, dos Emirados Árabes Unidos. O valor exigido pela Previ se baseia na tarifa atual, mas a meta do governador é reduzir o preço da passagem para cerca de R$ 5,80, o que afetará diretamente a Taxa Interna de Retorno da concessão, complicando ainda mais o cenário financeiro da Previ e das demais partes envolvidas.
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