Os índices futuros dos Estados Unidos apresentam alta nesta quarta-feira, 19 de fevereiro, após o S&P 500 registrar um novo recorde na véspera. Apesar das preocupações com a inflação persistente e as políticas comerciais do presidente Donald Trump, o índice tem se mantido próximo ao seu pico desde o início do ano. Os investidores aguardam […]
Os índices futuros dos Estados Unidos apresentam alta nesta quarta-feira, 19 de fevereiro, após o S&P 500 registrar um novo recorde na véspera. Apesar das preocupações com a inflação persistente e as políticas comerciais do presidente Donald Trump, o índice tem se mantido próximo ao seu pico desde o início do ano. Os investidores aguardam a divulgação da ata da reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC), que pode oferecer insights sobre as perspectivas para as taxas de juros e o impacto das tarifas sobre a inflação e os gastos.
No cenário geopolítico, autoridades dos EUA e da Rússia se reuniram para discutir a guerra na Ucrânia, levantando a possibilidade de uma cooperação mais ampla. O secretário de Estado, Marco Rubio, reafirmou que as sanções à Rússia permanecerão em vigor até que um acordo para encerrar o conflito seja alcançado. Enquanto isso, os mercados da Ásia-Pacífico fecharam em baixa, refletindo tensões comerciais e incertezas geopolíticas, com Trump propondo tarifas de 25% sobre automóveis e semicondutores.
Na Europa, os mercados operam de forma mista, com investidores avaliando relatórios de lucros e uma inflação no Reino Unido acima do esperado, que subiu para 3% em janeiro. O HSBC reportou um lucro anual antes de impostos de US$ 32,31 bilhões, ligeiramente abaixo das expectativas. A inflação subjacente no Reino Unido também aumentou, atingindo 3,7%, o que pode complicar a política monetária do Banco da Inglaterra.
Os preços do petróleo estão em alta devido a interrupções no fornecimento nos EUA e na Rússia, enquanto as cotações do minério de ferro na China também fecharam em alta, impulsionadas por expectativas de aumento na demanda. O mercado financeiro global permanece atento à ata do Fed, que pode esclarecer o impacto das tarifas de importação sobre a inflação americana, em um momento em que a guerra comercial se intensifica.
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