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Leon Cooperman adota cautela e vende ações enquanto acumula caixa elevado

- Leon Cooperman, presidente do Omega Family Office, adota cautela no mercado. - Ele vende ações lucrativas e mantém 15% em caixa, acima da média de Wall Street. - Cooperman destaca Fidelis Insurance e Vertiv Holdings como suas principais apostas. - O S&P 500 apresenta ganhos mínimos em 2025, refletindo um mercado desafiador. - Cooperman critica a política tarifária de Trump, temendo impactos inflacionários.

O investidor Leon Cooperman, presidente do Omega Family Office, adotou uma postura mais cautelosa em relação aos investimentos, vendendo ativos lucrativos e mantendo um nível elevado de caixa. Em entrevista ao programa “Squawk Box” da CNBC, Cooperman afirmou: “Não gosto do que vejo” em um mercado com altas avaliações e um ambiente político volátil. Ele […]

O investidor Leon Cooperman, presidente do Omega Family Office, adotou uma postura mais cautelosa em relação aos investimentos, vendendo ativos lucrativos e mantendo um nível elevado de caixa. Em entrevista ao programa “Squawk Box” da CNBC, Cooperman afirmou: “Não gosto do que vejo” em um mercado com altas avaliações e um ambiente político volátil. Ele explicou que está “vendendo qualquer coisa que suba”, reduzindo sua exposição em momentos de força do mercado.

Apesar de algumas ações terem se destacado, o índice S&P 500 apresenta ganhos modestos em 2025, com resultados difíceis de serem alcançados. Cooperman mencionou que uma de suas principais apostas é a Fidelis Insurance Holdings, que enfrentou uma queda de cerca de 12% neste ano. Outra escolha é a Vertiv Holdings, que sofreu uma desvalorização de 22%, refletindo preocupações mais amplas sobre a avaliação de ações relacionadas à inteligência artificial.

Cooperman está buscando oportunidades em ações que estão sendo negociadas a um desconto em relação ao múltiplo de mercado e que apresentam perspectivas de crescimento comparáveis. Atualmente, ele mantém cerca de 15% em caixa, um valor significativamente superior à alocação típica de 5% observada em Wall Street.

O investidor também expressou opiniões mistas sobre a abordagem do presidente Donald Trump em relação às tarifas comerciais, que, segundo economistas, podem gerar inflação. Cooperman acredita que a busca de Trump pela redução do déficit terá um impacto “contracionista” nas empresas que se beneficiaram do gasto governamental, afirmando que, embora o presidente esteja “no caminho certo”, suas ações são “muito desestabilizadoras”.

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