Os Certificados de Depósitos Interbancários (CDBs) se destacaram como os títulos mais procurados pelos investidores em 2024, conforme dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). Com os juros básicos projetados para ultrapassar 15% ao ano, os CDBs continuam atraindo atenção. Na primeira quinzena de fevereiro, foram analisados os rendimentos […]
Os Certificados de Depósitos Interbancários (CDBs) se destacaram como os títulos mais procurados pelos investidores em 2024, conforme dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). Com os juros básicos projetados para ultrapassar 15% ao ano, os CDBs continuam atraindo atenção. Na primeira quinzena de fevereiro, foram analisados os rendimentos médios dos CDBs prefixados, pós-fixados e atrelados ao IPCA, considerando prazos de um, dois e três anos.
Os CDBs atrelados ao IPCA oferecem uma taxa de juros mais a inflação do período, garantindo rentabilidade real. Esses títulos são recomendados para investidores que esperam uma inflação elevada e buscam proteção contra a variação de preços. Por outro lado, os CDBs prefixados têm a taxa de juros definida no momento da aplicação, proporcionando previsibilidade sobre o retorno. Contudo, em um cenário de alta da Selic, é possível que novos CDBs prefixados sejam emitidos com taxas mais atrativas no futuro.
Os CDBs pós-fixados, que acompanham a taxa do CDI até o vencimento, são indicados para aqueles que acreditam na continuidade do aumento dos juros pelo Banco Central. Esses títulos se ajustam às variações da taxa de juros, oferecendo flexibilidade ao investidor. A escolha entre esses tipos de CDBs deve ser feita com base nas expectativas de mercado e na estratégia de investimento de cada um.
O rendimento líquido médio de R$ 100 mil aplicado em CDBs foi calculado pelo InfoMoney, com dados da Quantum Finance. Os investidores devem considerar cuidadosamente os prazos e indexadores antes de decidir onde alocar seus recursos, levando em conta as condições econômicas e as projeções de juros.
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