O CEO da Eli Lilly, David Ricks, afirmou que a decisão de Donald Trump de impor tarifas sobre importações marca um ponto de virada na economia dos Estados Unidos. Em entrevista à BBC, Ricks expressou que essa mudança de política pode dificultar um retorno à situação anterior. Ele acredita que algumas empresas podem mudar parte da produção, mas duvida que isso gere os bilhões em receita prometidos pelo presidente.
Ricks alertou que as tarifas podem prejudicar o investimento em pesquisa e desenvolvimento (P&D) na indústria farmacêutica. Ele explicou que, com os preços dos medicamentos limitados na Europa e nos Estados Unidos, as empresas terão que absorver os custos das tarifas, o que pode levar a cortes em P&D e na redução de pessoal. O CEO destacou que a Eli Lilly não apoia as tarifas, mas reconhece a intenção política por trás delas.
A Eli Lilly, avaliada em R$ 750 bilhões, está construindo uma nova instalação de £ 800 milhões na Irlanda, onde já emprega mais de três mil pessoas. Ricks mencionou que a demanda fora dos Estados Unidos é alta, mas expressou preocupação com a diminuição do investimento no Reino Unido, citando a lenta regulação e a baixa adoção de novos medicamentos como fatores que ameaçam a reputação do país como um centro de ciências da vida.
Ricks criticou a complacência do Reino Unido em se considerar uma potência em ciências da vida, apontando que países como a Alemanha investem quase o dobro de seu orçamento de saúde em medicamentos. Para que a indústria farmacêutica funcione, ele destacou a necessidade de um sistema de propriedade intelectual forte, uma regulação eficiente e um mercado que recompense a inovação, áreas em que o Reino Unido tem enfrentado retrocessos significativos.
O CEO da Eli Lilly, David Ricks, afirmou que a decisão de Donald Trump de impor tarifas sobre importações representa um marco na história econômica dos Estados Unidos. Em entrevista à BBC, Ricks destacou que essa mudança de política pode dificultar um retorno à situação anterior. Embora acredite que algumas empresas possam transferir parte da produção, ele duvida que isso gere os bilhões em receita prometidos pelo presidente.
Ricks alertou que as tarifas podem impactar negativamente o investimento em pesquisa e desenvolvimento (P&D) na indústria farmacêutica. Ele explicou que, com os preços dos medicamentos limitados na Europa e nos Estados Unidos, as empresas terão que absorver os custos das tarifas, o que pode resultar em cortes em P&D e na redução de pessoal. Ele enfatizou que a Eli Lilly não apoia as tarifas, mas reconhece a intenção política por trás delas.
A Eli Lilly, avaliada em R$ 750 bilhões, está construindo uma nova instalação de £ 800 milhões na Irlanda, onde já emprega mais de três mil pessoas. Ricks mencionou que a demanda fora dos Estados Unidos é alta, mas expressou preocupação com a diminuição do investimento no Reino Unido, citando a lenta regulação e a baixa adoção de novos medicamentos como fatores que ameaçam a reputação do país como um centro de ciências da vida.
O CEO também criticou a complacência do Reino Unido em se considerar uma potência em ciências da vida, apontando que países como a Alemanha investem quase o dobro de seu orçamento de saúde em medicamentos. Para que a indústria farmacêutica funcione, Ricks destacou a necessidade de um sistema de propriedade intelectual forte, uma regulação eficiente e um mercado comercial que recompense a inovação, áreas em que o Reino Unido tem enfrentado retrocessos significativos.
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