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Ouro fecha em queda e perde patamar de US$ 3.100 por onça-troy amid volatilidade global

- Os preços do ouro caíram para US$ 3.035,4 por onça-troy, abaixo de US$ 3.100. - A queda foi impulsionada por novas tarifas dos EUA e retaliações da China. - A volatilidade do mercado aumentou os temores de uma recessão global iminente. - O Goldman Sachs projeta que o ouro pode alcançar US$ 3.300 até 2025. - Apesar da queda, o ouro ainda é considerado um ativo seguro em tempos de crise.

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Os preços do ouro caíram nesta sexta-feira, 4 de abril, fechando a US$ 3.035,4 por onça-troy, após perderem o patamar de US$ 3.100. Essa desvalorização foi causada pela alta volatilidade nos mercados globais, em resposta às novas tarifas impostas pelos Estados Unidos e às retaliações da China, que aumentaram os temores de uma recessão global.

O contrato do ouro para junho registrou um recuo de 2,76%, refletindo a pressão de realização de lucros e liquidações de posições para cobrir perdas em outros ativos. Apesar da queda, o metal ainda é considerado um porto seguro em tempos de aversão ao risco, segundo especialistas do Commerzbank.

A intensificação da guerra comercial entre os EUA e a China resultou em perdas significativas no mercado, com empresas listadas nas bolsas americanas perdendo mais de US$ 2 trilhões em valor de mercado na sessão anterior. As tensões comerciais dificultam acordos e elevam o risco de recessão, levando o mercado a prever um corte de um ponto porcentual nos juros dos Estados Unidos até o final do ano.

O Goldman Sachs projeta que o preço do ouro deve se manter sustentado por compras de bancos centrais de mercados emergentes e pela expectativa de cortes de juros. A previsão é que o metal precioso alcance US$ 3.300 por onça até o final de 2025.

Os preços do ouro apresentaram queda nesta sexta-feira, 4 de abril, encerrando o dia a US$ 3.035,4 por onça-troy, após perder o patamar de US$ 3.100. A desvalorização foi impulsionada pela volatilidade nos mercados globais, em resposta às novas tarifas impostas pelos Estados Unidos e às retaliações da China, que intensificaram os temores de uma recessão global.

O contrato do ouro para junho teve um recuo de 2,76%, refletindo a pressão de realização de lucros e liquidações de posições para cobrir perdas em outros ativos. Apesar da queda, o metal continua sendo considerado um porto seguro em tempos de aversão ao risco, conforme analisado por especialistas do Commerzbank.

A escalada da guerra comercial entre os dois países gerou perdas significativas no mercado, com as empresas listadas nas bolsas americanas perdendo mais de US$ 2 trilhões em valor de mercado na sessão anterior. As tensões comerciais dificultam acordos e elevam o risco de recessão, levando o mercado a prever um corte de 1 ponto porcentual nos juros dos Estados Unidos até o final do ano.

O Goldman Sachs projeta que o ouro deve se manter sustentado por compras de bancos centrais de mercados emergentes e pela expectativa de cortes de juros. A previsão é que o preço do metal precioso alcance US$ 3.300 por onça até o final de 2025.

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