O mercado global de inteligência artificial (IA) deve alcançar quatro vírgula oito trilhões de dólares até dois mil e trinta e três, segundo um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU). O documento alerta que quase metade dos empregos no mundo pode ser afetada, especialmente em setores que envolvem tarefas cognitivas. A ONU Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) destaca que, ao contrário de tecnologias anteriores que impactaram mais a classe operária, a IA pode afetar mais intensamente trabalhadores em economias avançadas.
A UNCTAD também observa que a IA generativa pode criar mais empregos do que a automação, especialmente em países de renda baixa e média. No entanto, a automação impulsionada pela IA tende a beneficiar o capital em detrimento da mão de obra, o que pode aumentar as desigualdades e reduzir a competitividade das economias em desenvolvimento. A secretária-geral da UNCTAD, Rebeca Grynspan, enfatiza a necessidade de maior cooperação internacional para que a tecnologia beneficie todos os países.
O relatório revela que, em dois mil e vinte e três, as tecnologias avançadas, incluindo IA, representaram um mercado de dois vírgula cinco trilhões de dólares e devem crescer para dezesseis vírgula quatro trilhões de dólares até dois mil e trinta e três. A IA liderará esse crescimento, superando a internet das coisas, e concentrará seus benefícios em poucas economias. Atualmente, cem empresas, principalmente dos Estados Unidos e da China, representam quarenta por cento dos gastos globais em pesquisa e desenvolvimento.
A ONU destaca que a IA não apenas substituirá postos de trabalho, mas também poderá criar novas indústrias e empoderar trabalhadores. Contudo, muitos países em desenvolvimento, especialmente do Sul Global, estão ausentes nas discussões sobre a governança da IA. A ONU defende que esses países devem ser incluídos nas conversas para garantir que a IA contribua para o progresso global e não apenas para os interesses de poucos.
O mercado global de inteligência artificial (IA) deve atingir 4,8 trilhões de dólares até 2033, conforme relatório da Organização das Nações Unidas (ONU). O documento alerta que quase metade dos empregos no mundo pode ser impactada, especialmente em setores que envolvem tarefas cognitivas. A ONU Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) destaca que, ao contrário de ondas tecnológicas anteriores que afetaram principalmente a classe operária, a IA pode atingir mais intensamente trabalhadores em economias avançadas.
A UNCTAD também observa que a IA generativa pode ter um potencial maior de criação de empregos em comparação com a automação, especialmente em países de renda baixa e média. Contudo, a automação impulsionada pela IA tende a beneficiar o capital em detrimento da mão de obra, o que pode aumentar as desigualdades e reduzir a competitividade das economias em desenvolvimento. A secretária-geral da UNCTAD, Rebeca Grynspan, enfatiza a necessidade de maior cooperação internacional para que a tecnologia beneficie todos os países.
O relatório revela que, em 2023, as tecnologias avançadas, incluindo IA, representaram um mercado de 2,5 trilhões de dólares e devem crescer para 16,4 trilhões de dólares até 2033. A IA liderará esse crescimento, superando a internet das coisas, e concentrará seus benefícios em poucas economias. Atualmente, cem empresas, principalmente dos Estados Unidos e da China, representam 40% dos gastos globais em pesquisa e desenvolvimento.
A ONU destaca que a IA não apenas substituirá postos de trabalho, mas também poderá criar novas indústrias e empoderar trabalhadores. No entanto, muitos países em desenvolvimento, especialmente do Sul Global, estão ausentes nas discussões sobre a governança da IA. A ONU defende que esses países devem ser incluídos nas conversas para garantir que a IA contribua para o progresso global e não apenas para os interesses de poucos.
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