A Embraer, liderada por Francisco Gomes Neto, acredita que pode atingir uma receita de 10 bilhões de dólares por ano antes de 2030, graças à boa demanda por seus produtos. Recentemente, a empresa afirmou que as tarifas de importação dos Estados Unidos não devem impactar suas previsões de faturamento, que estão entre 7 e 7,5 bilhões de dólares para 2025. O vice-presidente financeiro, Antonio Garcia, explicou que muitos componentes dos aviões que a Embraer exporta para os EUA são, na verdade, importados desse país, o que pode reduzir o custo final das tarifas. A American Airlines, por exemplo, fez um pedido de 133 jatos E175, que somam cerca de 7 bilhões de dólares.
Além disso, a subsidiária Eve da Embraer planeja realizar voos de teste de sua nova aeronave elétrica em 2025, com a certificação prevista para 2027. O vice-presidente de engenharia, Luís Carlos Affonso, afirmou que a empresa espera ser um dos principais concorrentes nesse novo mercado. Garcia também mencionou que a Embraer pretende lançar um BDR na B3, em parceria com o Bradesco, para ajudar a financiar o projeto da Eve, e que já há interesse de investidores no projeto.
O presidente da Embraer, Francisco Gomes Neto, anunciou que a empresa pode alcançar a meta de US$ 10 bilhões em receita anual antes de 2030, impulsionada pela demanda positiva por seus produtos. Durante um evento em São Paulo, os executivos da companhia destacaram que as tarifas de importação dos Estados Unidos terão um impacto limitado nas previsões de faturamento, que variam entre US$ 7 bilhões e US$ 7,5 bilhões para 2025. O vice-presidente executivo financeiro, Antonio Garcia, afirmou que a empresa ainda está avaliando o efeito das tarifas, mas acredita que segmentos como defesa e o modelo E2 não serão prejudicados.
Garcia explicou que muitos componentes dos aviões exportados para os Estados Unidos são, na verdade, importados desse país. Ele ressaltou que o cálculo do impacto das tarifas deve considerar essas importações, o que pode resultar em um custo final inferior aos 10% inicialmente previstos. A American Airlines, por exemplo, fez um pedido de 133 jatos E175, totalizando cerca de US$ 7 bilhões.
Além disso, a subsidiária Eve da Embraer está se preparando para realizar voos de teste de seu eVtol (aeronave elétrica de decolagem e pouso vertical) em 2025, com certificação prevista para 2027 tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. O vice-presidente de engenharia, Luís Carlos Affonso, mencionou que a empresa espera ser um dos principais players nesse mercado emergente, embora não seja a primeira a lançar um produto desse tipo.
Garcia também comentou sobre a intenção de lançar uma BDR (Brazilian Depositary Receipt) na B3, em parceria com o Bradesco, para financiar o projeto da Eve. Ele destacou que a empresa já possui várias linhas de financiamento garantidas até a certificação do eVtol e que o interesse de investidores está aumentando, especialmente após a realização dos primeiros voos.
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