O ministro do Comércio da China, Wang Wentao, e o comissário de Comércio da União Europeia, Maros Sefcovic, se reuniram por videoconferência no dia 8 de abril. Eles conversaram sobre como podem trabalhar juntos na área de veículos elétricos. Essa reunião aconteceu após Sefcovic ter visitado Pequim em março. O ministério chinês disse que ambos estão abertos a fortalecer a parceria em comércio e investimentos.
A empresa chinesa BYD, que fabrica carros elétricos, anunciou que espera vender mais de 100 bilhões de dólares em 2024, superando a Tesla. Isso mostra que a BYD está se tornando uma forte concorrente no mercado de veículos elétricos, atraindo atenção na China e na Europa.
Além disso, a partir do dia 10, novas tarifas de 125% dos Estados Unidos sobre produtos chineses entrarão em vigor. A União Europeia conseguiu suspender algumas dessas tarifas, mas ainda terá que lidar com uma taxa mínima de 10%. Essas mudanças refletem as tensões comerciais entre os países.
No mercado asiático, o índice CSI 300 da Bolsa de Shenzhen subiu 1,7% na abertura dos negócios, o que pode indicar otimismo em relação à cooperação entre a China e a União Europeia, especialmente no setor de veículos elétricos.
O ministro do Comércio da China, Wang Wentao, e o comissário de Comércio e Segurança Econômica da União Europeia, Maros Sefcovic, realizaram uma reunião por videoconferência no dia 8 de abril. A conversa focou na cooperação em veículos elétricos, seguindo a visita de Sefcovic a Pequim em março, onde se encontrou pessoalmente com Wang. O ministério chinês anunciou que ambos os lados estão dispostos a aprofundar a relação nas áreas de comércio, investimento e cooperação industrial.
A fabricante de veículos elétricos BYD, da China, revelou que suas vendas devem ultrapassar US$ 100 bilhões em 2024, superando a receita da Tesla, de Elon Musk. Essa projeção destaca a crescente competitividade da BYD no mercado global de veículos elétricos, que tem atraído atenção significativa tanto na China quanto na Europa.
Na quinta-feira, dia 10, entrarão em vigor as sobretaxas de 125% impostas pelo governo dos Estados Unidos à China, embora a União Europeia tenha conseguido suspender algumas tarifas elevadas, ficando sujeita a uma alíquota mínima de 10%. Essas medidas refletem as tensões comerciais entre as potências e suas implicações nas relações econômicas globais.
No mercado asiático, o índice CSI 300 da Bolsa de Shenzhen registrou uma alta de 1,7% na abertura dos negócios na quinta-feira. Esse movimento pode ser um reflexo das expectativas positivas em relação à cooperação entre a China e a União Europeia, especialmente no setor de veículos elétricos, que está em expansão.
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