Lojas de bairro na Índia estão enfrentando dificuldades e muitas estão fechando por causa do aumento dos aplicativos de entrega rápida. Um exemplo é a loja de Ramji Dharod em Mumbai, que está prestes a fechar após mais de 60 anos de funcionamento. Ele diz que costumava ter muitos clientes, mas agora passa a maior parte do tempo sem ninguém. Estima-se que cerca de 200 mil lojas tenham fechado no país, afetando muito as vendas.
Outro comerciante, Sunil Kenia, que tem uma loja ao lado, afirma que só sobrevive porque a loja é da família. Ele notou que, após a pandemia, seu faturamento caiu para metade do que era antes. Agora, ele depende mais de clientes atacadistas, pois os consumidores de varejo estão desaparecendo devido à facilidade das entregas rápidas.
Uma pesquisa mostrou que 42% dos consumidores urbanos preferem a entrega rápida para suas compras. Essa mudança fez com que muitos varejistas sentissem o impacto negativo em seus negócios, com uma queda de 52% nas vendas de produtos essenciais. Especialistas acreditam que, embora o comércio rápido esteja crescendo, pode ser difícil para ele se expandir para cidades menores.
Organizações de comerciantes estão preocupadas com práticas de preços que prejudicam a concorrência. Algumas empresas de entrega não comentaram sobre essas acusações, mas um representante defendeu que as entregas online ajudam pessoas que têm dificuldades para ir ao mercado. Analistas acreditam que, no futuro, diferentes modelos de varejo vão coexistir na Índia, e os comerciantes tradicionais precisam se adaptar para competir com as entregas rápidas.
O comércio tradicional na Índia, especialmente as lojas de bairro, enfrenta uma crise significativa devido ao crescimento dos aplicativos de entrega rápida. Em Mumbai, a loja de Ramji Dharod, que operou por mais de seis décadas, está prestes a fechar. Ele relata que, enquanto antes atendia muitos clientes, agora passa a maior parte do tempo aguardando por um visitante ocasional. A concorrência com serviços como Zomato e BlinkIt resultou no fechamento de aproximadamente 200 mil lojas em todo o país, impactando severamente as vendas.
Sunil Kenia, proprietário de uma loja vizinha, confirma que sua sobrevivência se deve à propriedade familiar, já que muitos comerciantes que alugam espaços não conseguem se manter. Ele menciona que, após os lockdowns da Covid-19, seu faturamento caiu para 50% do que era anteriormente. A maioria de sua receita agora provém de clientes atacadistas, enquanto o consumidor varejista desapareceu, em grande parte devido à conveniência das entregas móveis.
Uma pesquisa da PwC revelou que 42% dos consumidores urbanos preferem a entrega rápida para suas necessidades urgentes. Essa mudança no comportamento de compra levou a três em cada dez varejistas a relatar impactos negativos em seus negócios, com uma queda de 52% nas vendas de produtos essenciais. Especialistas afirmam que, embora o comércio rápido esteja em ascensão, sua expansão para cidades menores pode ser desafiadora devido à natureza fragmentada da demanda.
Organizações de comerciantes expressaram preocupações sobre práticas de preços predatórios e descontos profundos que distorcem a concorrência. Apesar das alegações, empresas como Swiggy e Zepto não comentaram sobre as acusações. Um representante de uma dessas empresas defendeu que as entregas online resolvem problemas reais para consumidores que enfrentam dificuldades para ir ao mercado. Analistas acreditam que, no futuro, todos os modelos de varejo coexistirão na Índia, e que os comerciantes tradicionais devem adotar inovações para competir com a entrega rápida.
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