As lojas de beleza em Koreatown, Manhattan, estão cheias, mesmo em dias de chuva. No entanto, mudanças estão acontecendo por causa das tarifas de 25% que os Estados Unidos impuseram sobre produtos da Coreia do Sul. Um exemplo é um protetor solar popular que teve sua fórmula alterada, agora sendo fabricado nos EUA. Em 2024, os EUA importaram cosméticos sul-coreanos no valor de 1,7 bilhão de dólares, superando a França, mas essas novas tarifas podem aumentar os preços e mudar as fórmulas dos produtos.
O presidente da Coreia do Sul, Han Duck-soo, disse que o país não vai retaliar as tarifas e que pretende negociar. Os produtos de beleza coreanos, como protetores solares e séruns faciais, são populares por serem eficazes e acessíveis. Contudo, muitos desses itens contêm filtros que não são aprovados pela FDA, limitando as opções para os consumidores americanos.
Empresas como a Olive Kollection estão se preparando para os impactos financeiros. A proprietária, Christina Im, comprou 40 mil dólares em produtos antes das tarifas, prevendo que os preços possam subir em até 10%. A marca KraveBeauty também mencionou que seus preços, que sempre foram abaixo de 28 dólares, podem mudar por causa dos novos custos.
Algumas marcas coreanas já pararam de vender protetores solares nos EUA ou mudaram a fabricação para o país. Essa mudança pode afetar a qualidade dos produtos, pois eles precisam seguir as regras locais. Especialistas acreditam que os consumidores americanos provavelmente terão que arcar com os custos das tarifas, já que não há alternativas disponíveis.
As lojas de beleza em Koreatown, Manhattan, estão lotadas, mesmo em dias chuvosos. Contudo, mudanças estão em curso devido às tarifas de 25% impostas pelos Estados Unidos sobre produtos da Coreia do Sul. Um exemplo é um protetor solar popular que teve sua fórmula alterada, agora fabricado nos EUA. A importação de cosméticos sul-coreanos nos EUA atingiu US$ 1,7 bilhão em 2024, superando a França, mas a nova política tarifária pode elevar os preços e alterar as fórmulas dos produtos.
O presidente da Coreia do Sul, Han Duck-soo, afirmou que o país não retaliará as tarifas, buscando negociações. A popularidade dos produtos de beleza coreanos, como os protetores solares e os séruns faciais, é impulsionada por sua eficácia e preços acessíveis. No entanto, muitos desses produtos contêm filtros UVA e UVB que não são aprovados pela Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA, limitando as opções disponíveis para os consumidores americanos.
Empresas de beleza, como a Olive Kollection, estão se preparando para o impacto financeiro. A proprietária, Christina Im, adquiriu R$ 40 mil em produtos antes da implementação das tarifas, prevendo que os preços possam aumentar em até 10%. A marca KraveBeauty também indicou que suas tarifas, que sempre foram abaixo de US$ 28, podem mudar devido aos novos custos de importação.
Além disso, algumas marcas coreanas já descontinuaram a venda de protetores solares nos EUA ou mudaram sua fabricação para o país. A mudança pode afetar a qualidade dos produtos, pois eles precisam atender às regulamentações locais. Especialistas acreditam que os consumidores americanos podem acabar arcando com os custos das tarifas, já que não há alternativas viáveis no mercado.
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