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Vendas no varejo restrito alcançam novo recorde em fevereiro, com alta de 0,5%

Vendas no varejo restrito atingem recorde em fevereiro, com alta de 0,5%. Já o varejo ampliado apresenta leve queda de 0,1%.

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O varejo no Brasil teve um aumento de 0,5% nas vendas de janeiro para fevereiro de 2025, alcançando um novo recorde. Em janeiro, as vendas tinham crescido 0,2% após uma queda inicial. Os especialistas esperavam um aumento de 0,6% para fevereiro. Comparado ao mesmo mês do ano passado, as vendas subiram 1,5%. No total, o varejo restrito teve um crescimento de 3,6% nos últimos doze meses. Por outro lado, o varejo ampliado, que inclui veículos e materiais de construção, teve uma leve queda de 0,1% em fevereiro, após um aumento de 2,7% em janeiro. A expectativa era de que as vendas se mantivessem estáveis.

A receita do varejo restrito aumentou 1,4% em fevereiro e 7,1% em relação ao ano anterior. No varejo ampliado, a receita subiu 0,6% em fevereiro e 7% em comparação com fevereiro de 2024. Entre os setores do varejo restrito, metade teve alta, com destaque para os supermercados, que cresceram 1,1%. No entanto, alguns setores enfrentaram dificuldades, como livros e papelaria, que caíram 7,8%, e vestuário e calçados, que tiveram uma leve queda. No varejo ampliado, as vendas de veículos e motos caíram 2,6%, enquanto o material de construção teve um aumento de 1,1%. A pesquisa ainda não separa os dados do atacarejo, que são mais recentes.

O volume de vendas no varejo restrito no Brasil apresentou um crescimento de 0,5% de janeiro para fevereiro de 2025, alcançando um novo recorde, conforme dados da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em janeiro, o comércio restrito havia registrado uma alta revisada de 0,2%, após um recuo inicial de 0,1%. A expectativa de analistas era de um aumento de 0,6% para fevereiro, com projeções variando de queda de 0,3% a alta de 1,1%.

Na comparação com fevereiro de 2024, o varejo restrito cresceu 1,5%. O comércio restrito acumulou um aumento de 3,6% nos últimos doze meses. Por outro lado, o varejo ampliado, que inclui veículos e materiais de construção, teve uma leve queda de 0,1% em fevereiro, após um crescimento de 2,7% em janeiro. A expectativa para o varejo ampliado era de estabilidade, com projeções variando entre queda de 1,3% e aumento de 1,2%.

A receita nominal do varejo restrito subiu 1,4% em fevereiro, com um crescimento de 7,1% em relação ao mesmo mês do ano anterior. No varejo ampliado, a receita nominal teve um aumento de 0,6% em fevereiro, com um crescimento de 7% em relação a fevereiro de 2024. Entre os segmentos do varejo restrito, metade apresentou alta, destacando-se os hipermercados e supermercados, que cresceram 1,1%.

No entanto, alguns setores enfrentaram dificuldades, como livros e papelaria, que caíram 7,8%, e vestuário e calçados, com uma leve queda de 0,1%. No varejo ampliado, as vendas de veículos e motos caíram 2,6%, enquanto o material de construção teve um aumento de 1,1%. A pesquisa ainda não separa os dados do atacarejo, que são mais recentes.

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