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Trump eleva tarifas sobre importações chinesas a 125% e iPhones podem ficar mais caros nos EUA

Tarifas de 125% sobre produtos chineses podem tornar iPhones mais caros nos EUA do que no Brasil, mudando o cenário de compras internacionais.

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Donald Trump anunciou um aumento da tarifa sobre importações chinesas para 125%, que começa a valer em 9 de agosto. Essa mudança deve afetar o preço do iPhone nos Estados Unidos, já que a Apple fabrica 90% de seus smartphones na China. Com os custos de produção mais altos, a empresa pode aumentar os preços, fazendo com que o iPhone fique mais caro do que no Brasil. O modelo básico do iPhone 16, que custa US$ 799, pode subir para cerca de US$ 1.637,95, enquanto o modelo Plus, que custa US$ 899, pode chegar a US$ 1.842,95. Isso tornaria menos vantajosa a compra do aparelho por brasileiros que viajam para os EUA.

Especialistas afirmam que os preços dos iPhones no Brasil não devem aumentar a curto prazo, pois a Apple já considera a diferença cambial em sua precificação. Além disso, a empresa pode transferir parte da produção para países como Vietnã e Índia, onde as tarifas são menores. No entanto, a nova tarifa pode causar uma crise econômica global, afetando o Brasil, que depende muito da China e dos EUA. A carga tributária brasileira, que representa cerca de 52% do preço final do iPhone, também contribui para os altos custos no país.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou um aumento da tarifa sobre importações chinesas para 125%, a partir de nove de agosto. Essa medida deve impactar diretamente o preço do iPhone nos EUA, uma vez que a Apple fabrica cerca de 90% de seus smartphones na China. Com o aumento dos custos de produção, a empresa pode repassar parte desse valor ao consumidor, tornando o iPhone mais caro do que no Brasil.

Atualmente, o modelo básico do iPhone 16 custa US$ 799 nos EUA, mas com a nova tarifa, o preço pode subir para cerca de US$ 1.637,95, equivalente a aproximadamente R$ 9.565,60. O modelo Plus, que custa US$ 899, pode chegar a US$ 1.842,95, ou cerca de R$ 10.762,80. Isso mudaria drasticamente a diferença de preços entre os dois países, tornando menos vantajosa a compra do aparelho por brasileiros em viagens ao exterior.

A professora de economia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Cristina Helena Pinto de Mello, afirmou que os preços dos iPhones no Brasil não devem aumentar a curto prazo. Ela explicou que a Apple já considera a diferença cambial em sua precificação. Além disso, a empresa pode buscar alternativas, como transferir a produção para países como Vietnã e Índia, que enfrentam tarifas menores.

O professor Paulo Vicente, da Fundação Dom Cabral, alertou que a nova tarifa pode desencadear uma crise econômica global, afetando diretamente o Brasil. Ele destacou que a dependência mútua entre os EUA e a China pode levar a um efeito dominó, resultando em aumento de preços e inflação. A carga tributária brasileira, que representa cerca de 52% do valor final do iPhone, também contribui para os altos preços no país, dificultando a competitividade em relação ao mercado americano.

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