A BCA Research alertou sobre a possibilidade de uma recessão nos Estados Unidos, destacando que, mesmo com a pausa nas tarifas, as taxas ainda são muito altas. A previsão para o índice S&P 500 é de uma queda de 17% até o final do ano. Recentemente, o presidente Donald Trump anunciou uma pausa de três meses nas tarifas para alguns países, mas aumentou as tarifas sobre a China. Apesar de ganhos nas ações, as preocupações com as tensões comerciais e a economia global continuam, resultando em um fechamento negativo para os principais índices. Peter Berezin, da BCA, afirmou que a taxa de tarifas é a mais alta desde a década de 1930 e que, sem uma redução significativa nas tensões comerciais, os EUA e outras economias podem entrar em recessão em breve. A empresa também observou que o crescimento dos salários está estagnado e pode se tornar negativo, afetando o consumo. A BCA já havia reduzido sua exposição a ações e aumentado a alocação em renda fixa e caixa, prevendo que as tarifas e cortes de gastos do governo poderiam levar a uma recessão, que pode ocorrer entre o final de 2024 e o início de 2025.
BCA Research emitiu um alerta sobre uma possível recessão nos Estados Unidos, enfatizando que, apesar da pausa nas tarifas, as taxas permanecem historicamente altas. A previsão para o índice S&P 500 é de uma queda significativa até o final do ano, com uma projeção de 17% de desvalorização.
Durante uma semana marcada por volatilidade, o presidente Donald Trump anunciou uma pausa de três meses nas tarifas “recíprocas” para vários países, mas aumentou as tarifas sobre a China. Embora as ações tenham registrado ganhos históricos, as preocupações com as tensões comerciais e a saúde da economia global persistem, resultando em um fechamento negativo para os principais índices.
Peter Berezin, estrategista-chefe da BCA, destacou que, mesmo com a pausa, a taxa de tarifas é a mais alta desde a década de 1930. Ele alertou que, sem uma desescalada significativa nas tensões comerciais, os Estados Unidos e outras economias podem entrar em recessão nos próximos meses. A empresa também observou que o crescimento do rendimento real dos trabalhadores está estagnado e pode se tornar negativo, impactando o consumo.
A BCA já havia reduzido sua exposição a ações e aumentado a alocação em renda fixa e caixa, prevendo que as tarifas e cortes de gastos do governo poderiam levar a uma recessão. A empresa mantém sua previsão de que a recessão pode ocorrer entre o final de 2024 e o início de 2025.
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