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China e Brasil se reúnem para discutir segurança alimentar e comércio agrícola em meio a tensões globais

Delegação chinesa visitará Brasil para discutir segurança alimentar e comércio agrícola, enquanto o agronegócio se prepara para expansão nas exportações.

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Uma delegação do Ministério da Agricultura da China estará no Brasil nos dias 16 e 17 de abril para discutir segurança alimentar e comércio agrícola com o ministro Carlos Fávaro em Brasília. A agenda inclui temas como produção agrícola sustentável e certificação eletrônica de produtos agropecuários. Esses encontros fazem parte de uma série de reuniões com ministros da agricultura dos países do bloco Brics. A comitiva chinesa contará com autoridades importantes, como o vice-ministro Zhang Zhili. O governo brasileiro está atento ao aumento das exportações, que pode afetar a oferta interna e os preços. A Companhia Nacional de Abastecimento e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística projetam uma safra de grãos superior a 330 milhões de toneladas, um crescimento de 11% em relação ao ano anterior. A tensão comercial entre Estados Unidos e China pode beneficiar as exportações brasileiras, mas a indústria local teme a entrada de produtos chineses. O líder chinês, Xi Jinping, afirmou que não há vencedores em guerras tarifárias e destacou a importância da cooperação internacional.

Uma delegação do Ministério da Agricultura da China visitará o Brasil entre os dias 16 e 17 de abril para discutir segurança alimentar e comércio agrícola. O encontro ocorrerá em Brasília e contará com a presença do ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro. A agenda inclui temas como produção agrícola sustentável e certificação eletrônica de produtos agropecuários.

Os encontros fazem parte de uma série de reuniões bilaterais com ministros da agricultura dos países que compõem o bloco dos Brics. A comitiva chinesa incluirá importantes autoridades, como Zhang Zhili, vice-ministro do Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais. Além disso, uma visita da Administração Geral das Alfândegas da China ao Brasil está prevista para este mês.

O governo brasileiro observa com cautela o aumento das exportações, que pode impactar a oferta interna e, consequentemente, os preços. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) projetam uma safra de grãos superior a 330 milhões de toneladas, um crescimento de 11% em relação ao ano anterior.

A tensão comercial entre Estados Unidos e China pode favorecer as exportações brasileiras, enquanto a indústria local teme a entrada de produtos chineses. O líder chinês, Xi Jinping, destacou que “não há vencedor numa guerra de tarifas”, enfatizando a necessidade de cooperação internacional em meio a um cenário econômico desafiador.

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