A Nvidia, uma grande empresa de tecnologia de GPUs, está enfrentando dificuldades no mercado. O banco Citi cortou o preço-alvo das ações da empresa de 163 para 150 dólares, mas ainda mantém a recomendação de compra, o que sugere que as ações podem subir 39%. Essa mudança se deve à expectativa de queda nas vendas de GPUs, com uma previsão de redução de 3% em 2025 e 5% em 2026. A Microsoft já começou a diminuir seus gastos em projetos de data center, o que pode afetar outros grandes consumidores de tecnologia.
Além disso, a Nvidia pode ter problemas com suas margens de lucro por causa de tarifas comerciais, em um cenário de incertezas econômicas. As tensões comerciais podem limitar os ganhos da empresa, embora a isenção do Acordo Estados Unidos-México-Canadá possa ajudar. Em 2025, as ações da Nvidia já caíram quase 20%, seguindo a tendência de queda no setor de tecnologia, que viu o índice S&P 500 cair mais de 17% no ano, em parte devido a preocupações com tarifas do governo dos Estados Unidos.
A Nvidia, uma das líderes em tecnologia de unidades de processamento gráfico (GPUs), enfrenta desafios no mercado, conforme apontado por uma análise do Citi. O banco reduziu o preço-alvo das ações da empresa para $150, uma queda em relação aos $163 anteriores. Apesar disso, o Citi manteve a classificação de compra, indicando um potencial de valorização de 39%.
A revisão do preço-alvo reflete a expectativa de uma desaceleração nas vendas de GPUs, com uma previsão de queda de 3% em 2025 e 5% em 2026. O analista Atif Malik destacou que a Microsoft já começou a cortar gastos em projetos de data center, o que pode impactar negativamente os hyperscalers, grandes consumidores de tecnologia.
Além disso, a Nvidia pode enfrentar pressões sobre suas margens devido a tarifas comerciais, em um cenário de incertezas econômicas. Malik observou que as tensões comerciais podem limitar os ganhos da empresa, embora a isenção do Acordo Estados Unidos-México-Canadá (USMCA) possa oferecer algum alívio.
Em 2025, as ações da Nvidia já recuaram quase 20%, acompanhando uma tendência de queda no setor tecnológico, que viu o índice S&P 500 cair mais de 17% no ano. Essa situação é exacerbada por preocupações relacionadas às tarifas impostas pelo governo dos Estados Unidos, que aumentam a incerteza sobre a economia global.
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