Investidores estão vendendo mais de 10 bilhões de reais em Certificados de Depósito Bancário do Banco Master, o que está aumentando os rendimentos e dificultando a captação de recursos pelo banco. Essa situação surgiu após o anúncio de um acordo polêmico para a venda do banco ao BRB, o que gerou incertezas entre os investidores. Os CDBs do Banco Master estão oferecendo rendimentos de inflação mais 11,5% para vencimentos em maio de 2026, enquanto os do Banco Pine, um concorrente, oferecem inflação mais 8,5%. O Banco Master tem 8,3 bilhões de reais em depósitos que vencem no primeiro semestre de 2025 e 4,6 bilhões no segundo semestre, totalizando 16 bilhões de reais em dívidas a vencer neste ano. A maioria dos ativos do banco é difícil de vender, o que aumenta a preocupação com a liquidez. Analistas sugerem que o Fundo Garantidor de Créditos considere uma linha de crédito emergencial para ajudar o banco, que precisaria de até 50 bilhões de reais para cobrir os investidores, incluindo juros. O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, deve se reunir com executivos do Banco Master para discutir a situação.
Investidores estão se desfazendo de mais de R$ 10 bilhões em Certificados de Depósito Bancário (CDBs) do Banco Master, elevando os rendimentos e dificultando a captação de recursos. O movimento ocorre após o anúncio de um acordo controverso para a aquisição do banco pelo BRB, gerando incertezas entre os investidores.
Os CDBs do Banco Master oferecem rendimentos de inflação mais 11,5% para vencimentos em maio de 2026, em comparação com inflação mais 8,5% para os CDBs do Banco Pine, rival do Master. A pressão sobre os preços indica que o banco terá que aumentar ainda mais os rendimentos para atrair novos investidores.
O Banco Master possui R$ 8,3 bilhões em depósitos com vencimento no primeiro semestre de 2025 e R$ 4,6 bilhões no segundo semestre, totalizando R$ 16 bilhões em dívidas a vencer este ano. A maioria dos ativos do banco, como precatórios e ações de pequenas e médias empresas, é difícil de vender, o que aumenta a preocupação com a liquidez.
Analistas sugerem que o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) considere uma linha de crédito emergencial para o Banco Master, a fim de evitar problemas de liquidez. O FGC possui R$ 107,8 bilhões em liquidez, mas precisaria de até R$ 50 bilhões para cobrir os investidores do Master, incluindo juros. O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, deve se reunir com executivos do banco para discutir a situação.
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