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Investidores voltam a focar em commodities brasileiras, com destaque para Suzano e Klabin

Setor de commodities no Brasil ganha novo foco com Suzano e Klabin, enquanto Gerdau enfrenta desafios. Analistas apontam volatilidade e incertezas.

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O setor de commodities no Brasil está atraindo a atenção dos investidores, especialmente para as empresas Suzano e Klabin, enquanto a Gerdau perdeu apoio devido a problemas no consumo interno. Analistas do Itaú BBA e da XP Investimentos destacam que o segmento de papel e celulose tem melhores perspectivas do que a mineração e siderurgia. A Suzano, por exemplo, pode ter uma valorização, com um rendimento de fluxo de caixa livre estimado entre 11% e 15% nos próximos dois anos. No setor de metais, a Vale e a Aura são vistas como boas opções, mas com cautela, já que a Aura foca em ouro e a Vale tem um bom potencial de geração de caixa. A Gerdau enfrenta desafios por conta da possibilidade de recessão nos Estados Unidos, o que pode afetar seu desempenho. Os analistas também consideram cenários otimistas e cautelosos, onde estímulos fiscais na China podem aumentar a demanda por aço, mas um crescimento fraco no Brasil pode prejudicar o consumo de bens duráveis, afetando empresas como CSN e Usiminas.

O setor de commodities no Brasil voltou a atrair a atenção dos investidores, com destaque para empresas como Suzano e Klabin. Analistas do Itaú BBA e da XP Investimentos observaram um aumento no interesse, apesar das incertezas econômicas globais e preocupações com a demanda da China. A Gerdau, por sua vez, perdeu apoio devido a fraquezas no consumo interno.

O Itaú BBA considera que o segmento de papel e celulose apresenta melhores perspectivas em comparação à mineração e siderurgia. Suzano e Klabin são vistas como preferências, impulsionadas pela competitividade das exportações brasileiras e pela depreciação cambial. A Suzano, em particular, pode ter espaço para valorização, com um rendimento de fluxo de caixa livre estimado entre 11% e 15% nos próximos dois anos.

No setor de metais, a Vale e a Aura são mencionadas como preferidas, mas com cautela. A Aura se destaca por seu foco em ouro, enquanto a Vale apresenta múltiplos atrativos e bom potencial de geração de caixa. A Gerdau, apesar de sua presença internacional, enfrenta desafios devido à possibilidade de recessão nos Estados Unidos, afetando suas expectativas de desempenho.

Os analistas do Itaú BBA traçam cenários otimistas e cautelosos. Estímulos fiscais na China podem beneficiar o setor de infraestrutura, aumentando a demanda por aço. Contudo, um crescimento abaixo do esperado no Brasil pode impactar negativamente o consumo de bens duráveis, afetando empresas mais dependentes da economia local, como a CSN e a Usiminas.

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