O governo aumentou o limite de renda para o programa “Minha Casa, Minha Vida”, passando de R$ 8 mil para R$ 12 mil, criando a nova “Faixa 4”, que terá juros mais baixos e permitirá prestações mais acessíveis. Essa mudança deve entrar em vigor em maio e prevê a construção de 100 mil novas moradias. O ministro das Cidades, Jader Filho, anunciou a medida durante um evento em São Paulo, destacando que essa ação é um movimento do presidente Lula em direção à classe média, a um ano das eleições de 2026. Especialistas afirmam que uma redução de um ponto percentual na taxa de juros pode tornar 250 mil famílias elegíveis para financiamento. Economistas também comentam que a alocação de R$ 15 bilhões para o programa está sendo considerada uma despesa financeira no orçamento da União, gerando debates sobre a relação entre as políticas fiscal e monetária. A expectativa é que essa iniciativa ajude a diminuir o déficit habitacional no Brasil.
O governo anunciou a ampliação do teto de renda para financiamento no programa “Minha Casa, Minha Vida” (MCMV), passando de R$ 8 mil para R$ 12 mil. Essa mudança cria a nova “Faixa 4”, que contará com juros menores, permitindo prestações mais acessíveis. As novas condições devem estar disponíveis a partir de maio.
O ministro das Cidades, Jader Filho, informou que a medida prevê a construção de 100 mil novas moradias na “Faixa 4”. Ele fez a declaração durante o Encontro Internacional da Indústria da Construção, em São Paulo. Essa iniciativa é vista como um movimento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em direção à classe média, a um ano das eleições presidenciais de 2026.
A especialista em financiamento imobiliário, Danièle Akamine, destacou que a redução de um ponto percentual na taxa de juros pode tornar 250 mil famílias elegíveis para financiamento habitacional. Para o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção, Renato Correia, a nova faixa melhora as condições de aquisição da casa própria para a classe média.
Economistas analisam que a alocação de R$ 15 bilhões para o MCMV está sendo classificada como despesa financeira no orçamento da União. A operação foi considerada regular, mas gera discussões sobre a harmonia entre as políticas fiscal, de crédito e monetária. A expectativa é que essa iniciativa contribua para a redução do déficit habitacional no Brasil.
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