A taxa de inadimplência no pagamento de condomínios em São Paulo caiu para 5,01% em 2024, a menor em dois anos, segundo a administradora Lello, que analisou 3,5 mil condomínios. Essa queda de 0,31 ponto percentual em relação a 2023, quando estava em 5,32%, também se reflete na inadimplência de longo prazo, que ficou em 2,14% em 2024, abaixo dos 2,26% de 2023 e 3,41% de 2022. A diretora de marketing da Lello, Angelica Arbex, acredita que a melhora se deve ao aquecimento do mercado de trabalho, com a taxa média de desemprego em 6,6% em 2024, bem abaixo dos 7,8% de 2023 e 9,6% de 2022. O aumento da renda ajuda os moradores a pagarem suas contas de condomínio. Arbex ressalta que manter a inadimplência baixa é importante para a saúde financeira dos condomínios, evitando a necessidade de usar o fundo de reserva para despesas diárias.
A taxa de inadimplência no pagamento de condomínios em São Paulo caiu para 5,01% em 2024, a menor em dois anos. Os dados foram coletados pela administradora Lello, que analisou 3,5 mil condomínios. O índice representa uma redução de 0,31 ponto percentual em relação a 2023, quando estava em 5,32%.
Além disso, a inadimplência de longo prazo também apresentou queda. Os boletos em aberto por mais de 60 dias representaram 2,14% do total em 2024, comparado a 2,26% em 2023 e 3,41% em 2022. Esses números refletem a média dos 12 meses de cada ano.
A diretora de marketing da Lello, Angelica Arbex, atribui a melhora ao aquecimento do mercado de trabalho. A taxa média de desemprego foi de 6,6% em 2024, uma queda significativa em relação aos 7,8% de 2023 e 9,6% de 2022, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O aumento da renda dos paulistanos facilita o pagamento das despesas condominiais.
Arbex destaca que manter a inadimplência em níveis baixos é crucial para a saúde financeira dos condomínios. Isso evita a necessidade de retirar recursos do fundo de reserva para cobrir despesas diárias, garantindo um fluxo de caixa mais estável.
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