A Petrobras e a Gerdau estão enfrentando problemas com o desmantelamento da plataforma P-32, que deve atrasar em pelo menos um ano. O atraso aconteceu após a descoberta de 30 milhões de litros de água oleosa e 270 mil litros de óleo diesel na embarcação, que chegou ao estaleiro em dezembro de 2023. Os trabalhos pararam por cerca de um ano enquanto as empresas discutiam quem pagaria pela limpeza. A previsão inicial era que o desmantelamento durasse 12 meses, mas agora a conclusão está prevista para o final de 2025 ou início de 2026. O presidente do sindicato dos metalúrgicos informou que o corte das partes superiores já começou. Além disso, o atraso também afeta a P-33, outra plataforma da Gerdau, que pode precisar ser enviada para outro lugar. A Petrobras disse que está acompanhando o plano de reciclagem da P-32 e que as questões contratuais estão sendo tratadas internamente. A Gerdau afirmou que o desmantelamento está em andamento e que as tratativas de limpeza estão sendo feitas de forma responsável. Os custos com a P-32 já superaram o valor do contrato de desmantelamento de 30 milhões de reais, e as empresas ainda não decidiram quem pagará a conta extra. Um executivo da Petrobras indicou que a empresa pode ter que fazer pagamentos adicionais, mas não conforme o que a Gerdau está pedindo.
Uma disputa entre Petrobras e Gerdau deve atrasar em pelo menos um ano o desmantelamento da plataforma P-32, a primeira desse tipo no Brasil. O problema surgiu após a descoberta de 30 milhões de litros de água oleosa e 270 mil litros de óleo diesel na embarcação, que chegou ao estaleiro em dezembro de 2023.
Os trabalhos foram paralisados por cerca de um ano enquanto as empresas discutiam quem arcaria com os custos de limpeza. A previsão inicial era de que o desmantelamento durasse 12 meses, mas agora a conclusão está prevista para o final de 2025 ou início de 2026. O presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas, Benito de Oliveira Gonçalves, informou que o corte das partes superiores já começou.
Além disso, o atraso impacta a P-33, outra plataforma adquirida pela Gerdau, que pode precisar ser enviada para outro local. A Petrobras afirmou que acompanha o plano de reciclagem da P-32 e que as questões contratuais estão sendo tratadas internamente. A Gerdau declarou que a operação de desmantelamento está em andamento, com as tratativas de limpeza sendo conduzidas de forma responsável.
Os custos com a P-32 já superaram o valor do contrato de desmantelamento de R$ 30 milhões. Ambas as empresas ainda não decidiram quem pagará a conta adicional. Um executivo da Petrobras indicou que a empresa pode ser levada a fazer pagamentos adicionais, mas não conforme o que Gerdau está solicitando.
Entre na conversa da comunidade