Em 1998, Jeff Bezos, fundador da Amazon, tentou comprar a Netflix, que ainda estava começando. A oferta era entre 14 e 16 milhões de dólares, mas os cofundadores Marc Randolph e Reed Hastings recusaram. Naquele momento, a Netflix enfrentava dificuldades financeiras e não tinha um modelo de negócios sólido, mas os fundadores acreditavam que estavam prestes a alcançar algo grande. Eles decidiram não vender e continuaram trabalhando duro. Em 2000, a Netflix tentou vender a empresa para a Blockbuster por 50 milhões de dólares, mas a proposta não foi levada a sério. Hoje, a Netflix é uma gigante do streaming, com um valor de mercado de 411,34 bilhões de dólares e mais de 300 milhões de assinantes. Randolph saiu da empresa em 2003, enquanto Hastings é o presidente executivo.
Netflix recusou oferta de Jeff Bezos em 1998 por valor entre US$ 14 milhões e US$ 16 milhões
Em 1998, Jeff Bezos, fundador da Amazon, manifestou interesse em adquirir a Netflix, ainda em seus primeiros anos de operação. A oferta, que variava entre US$ 14 milhões e US$ 16 milhões, foi recusada pelos cofundadores Marc Randolph e Reed Hastings.
Na época, a Netflix enfrentava dificuldades financeiras e não possuía um modelo de negócios consolidado. Apesar dos desafios, os fundadores acreditavam estar “à beira de algo grande”, conforme relatou Randolph à CNBC Make It em 2019. A empresa já se destacava como a principal fonte online de DVDs.
A decisão de recusar a proposta foi tomada durante o voo de volta após a reunião com Bezos em Seattle. Randolph e Hastings avaliaram os prós e contras da venda, mas optaram por seguir em frente com o projeto. “Dissemos não e trabalhamos duro por 20 anos”, afirmou Hastings.
Em 2000, a Netflix tentou vender a empresa para a Blockbuster por US$ 50 milhões, mas a oferta não foi levada a sério pelo então CEO John Antioco. A recusa da Blockbuster marcou o início de uma futura competição entre as empresas.
Atualmente, a Netflix é uma gigante do streaming e produção de vídeos, com valor de mercado de US$ 411,34 bilhões e mais de 300 milhões de assinantes em todo o mundo. Randolph deixou a empresa em 2003, e Hastings ocupa o cargo de presidente executivo.
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