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Cramer aponta que crise atual é ‘fabricada’ e reflete incertezas econômicas nos EUA

Jim Cramer afirma que a crise atual do mercado é "manufacturada", semelhante à de 2011, e impulsionada por incertezas políticas e tarifas.

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Jim Cramer, analista financeiro, afirmou que a recente queda nos mercados é causada por fatores externos, não pela performance das empresas. Ele comparou a situação atual com a crise de 2011, que foi provocada pela instabilidade econômica na Zona do Euro. Cramer disse que a crise atual é “fabricada” e pode ser resolvida rapidamente, apontando para questões como tarifas comerciais e instabilidade política nos Estados Unidos, incluindo ameaças do presidente Donald Trump em demitir o presidente do Federal Reserve. Apesar dos bons resultados das empresas, as ações continuam caindo, e Cramer previu que essa tendência deve continuar até que os problemas políticos e tarifários sejam resolvidos, alertando para o risco de rebaixamento da nota de crédito dos EUA, como aconteceu em 2011.

Analista Jim Cramer classifica atual crise do mercado como “fabricada”

O analista financeiro Jim Cramer sugeriu que a recente queda nos mercados financeiros é resultado de fatores externos, e não da performance das empresas. A declaração foi feita durante o programa da CNBC na segunda-feira (20).

Cramer comparou a situação atual com a crise de 2011, desencadeada pela instabilidade econômica na Zona do Euro. Na época, diversos países enfrentavam dificuldades para quitar dívidas e adotavam políticas de déficit.

Crise teria origem em fatores políticos e tarifários

Segundo o analista, a crise atual é “totalmente fabricada” e pode ser resolvida rapidamente. Ele atribui a volatilidade do mercado a questões como tarifas comerciais e a instabilidade política nos Estados Unidos.

Cramer mencionou as ameaças do presidente Donald Trump de demitir Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (banco central americano), e a iminência de uma nova crise do teto da dívida no Congresso.

Resultados positivos de empresas não impactam o mercado

Apesar dos resultados positivos divulgados pelas empresas americanas, as ações continuam em queda. Cramer ressaltou que, em 2011, a situação foi semelhante, com os mercados ignorando os bons resultados corporativos.

Analista prevê continuidade da tendência de queda

O analista previu que os mercados devem continuar a cair, pelo menos até que os problemas políticos e tarifários sejam resolvidos. Ele alertou para a possibilidade de agências de classificação de risco rebaixarem a nota de crédito dos Estados Unidos, como ocorreu em 2011.

“Precisamos nos acostumar com um mercado em queda todas as manhãs, porque os resultados das empresas não importarão neste ambiente”, afirmou Cramer.

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