Uma cobertura em Nova York foi colocada à venda por 110 milhões de dólares, tornando-se a mais cara da cidade. Localizada no 111 West 57th Street, a propriedade tem atraído a atenção de compradores, mesmo com a instabilidade econômica atual. A corretora responsável pela venda, Nikki Field, afirma que os compradores de luxo não se preocupam com as flutuações do mercado e estão mais focados em adquirir imóveis de alto padrão. O apartamento, que combina dois imóveis no topo da Steinway Tower, possui 1.066 metros quadrados, cinco quartos e seis banheiros, além de um terraço com vista para o Central Park. Embora vendas acima de 100 milhões de dólares estejam se tornando mais comuns, alguns corretores notam que a incerteza econômica está deixando os compradores cautelosos. Em outras regiões, como Los Angeles e Flórida, o mercado está dividido, com compradores hesitantes e vendedores tentando manter os preços altos.
Cobertura de US$ 110 milhões é listada em Nova York em meio à instabilidade do mercado
Em meio a turbulências nos mercados financeiros e incertezas sobre tarifas, a cobertura mais cara de Nova York foi colocada à venda por US$ 110 milhões. O imóvel, localizado no 111 West 57th Street, atrai interesse de compradores, apesar do cenário econômico instável.
A listagem surgiu durante uma das semanas mais turbulentas de Wall Street, com quedas significativas no índice Dow Jones. Contudo, a corretora Nikki Field, responsável pela venda, afirma que esse segmento de compradores não se abala com as oscilações do mercado. “Eles estão focados em construir portfólios de classe mundial”, declarou.
O imóvel é uma combinação de dois apartamentos no topo da Steinway Tower, com 1.066 metros quadrados, cinco quartos e seis banheiros. A propriedade oferece acesso privativo por elevador e um terraço com vista para o Central Park e para os rios que cercam Manhattan.
De acordo com Jonathan Miller, da Miller Samuel, vendas acima de US$ 100 milhões têm se tornado mais comuns nos Estados Unidos, com uma média de quatro por ano. Em 2021, foram registradas nove vendas nesse patamar, e em 2024, oito.
Apesar do otimismo, alguns corretores observam hesitação entre os compradores de luxo, devido à incerteza econômica. Noble Black, da Douglas Elliman, ressalta que a falta de clareza sobre as tarifas gera apreensão no mercado imobiliário. “Ninguém gosta de incerteza, e isso é o pior para o mercado imobiliário”, afirmou.
Em Los Angeles e na Flórida, corretores relatam um mercado dividido, com compradores cautelosos e vendedores ainda buscando os preços de 2020-2021. A tendência é de negociações mais longas e maior seletividade por parte dos compradores.
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