O Banco Central lançou uma nova função no Registrato que permite que as pessoas impeçam a abertura de contas bancárias em seus nomes sem autorização. Essa medida é uma resposta ao aumento de fraudes, como a criação de contas falsas. Com essa nova opção, os cidadãos poderão acessar o Registrato, que mostra as contas ligadas ao CPF, e registrar que não querem que novas contas sejam abertas em seu nome. Assim, os bancos terão que verificar essa informação antes de abrir contas, ajudando a proteger os dados pessoais. O diretor de regulação do BC, Gilneu Vivan, afirmou que o objetivo é dar mais controle ao consumidor e reforçar a segurança no sistema financeiro. Essa ferramenta é mais uma forma de proteger os cidadãos e aumentar a confiança no sistema financeiro.
O Banco Central (BC) anunciou uma nova funcionalidade no Registrato, que permitirá aos cidadãos impedir a abertura de contas bancárias em seus nomes sem autorização. Essa iniciativa visa fortalecer o combate a fraudes no sistema financeiro, especialmente em relação à criação de contas falsas.
A proposta permitirá que os usuários acessem o Registrato, um sistema que lista vínculos financeiros associados ao CPF, e registrem sua oposição à abertura de novas contas em seu nome. Assim, bancos e instituições financeiras deverão consultar essa informação antes de permitir a abertura de contas, evitando o uso indevido de dados pessoais.
Gilneu Vivan, diretor de regulação do BC, destacou que o objetivo é proporcionar mais controle ao consumidor. “Estamos trabalhando no sistema que permitirá que a pessoa entre no Registrato e diga: ‘não quero que ninguém abra contas no meu nome’”, afirmou Vivan em coletiva de imprensa.
A medida surge em resposta ao aumento das fraudes relacionadas à abertura de contas bancárias. Para o BC, essa ferramenta representa mais uma forma de proteção ao consumidor e um reforço à segurança do sistema financeiro. “É mais uma iniciativa para ajudar a coibir fraudes”, completou o diretor.
Com essa nova funcionalidade, o Banco Central busca aumentar a confiança dos cidadãos no sistema financeiro e garantir que seus dados pessoais sejam utilizados de forma segura e autorizada.
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