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i4sea transforma tragédia em oportunidade e capta R$ 7,5 milhões para expansão

Startup baiana i4sea, após pivotar para previsões climáticas, cresce 120% e capta R$ 7,5 milhões para expansão na América Latina.

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A startup baiana i4sea, criada em 2016, mudou seu foco após um naufrágio em 2017, quando ajudou a resgatar a lancha Cavalo Marinho I. Inicialmente, a empresa trabalhava com cálculos de calado dinâmico de navios, mas em 2020 passou a se dedicar a previsões climáticas hiperlocais. Em 2023, a i4sea cresceu 120% e recebeu um investimento de R$ 7,5 milhões, liderado pela KPTL, para expandir suas operações na América Latina. O investimento faz parte do Fundo Govtech, que apoia soluções para governos e resiliência climática. A empresa já atende o setor portuário, com clientes como o Porto de Santos, e agora está se expandindo para o agronegócio, usando inteligência artificial para prever mudanças climáticas que afetam colheitas. A i4sea planeja iniciar sua expansão por países como Chile, Peru e Colômbia, com metas de faturamento de R$ 5,6 milhões em 2025 e R$ 16 milhões em 2026, priorizando uma entrada cuidadosa em novos mercados, segundo o fundador e CEO Matheus Lima.

A startup baiana i4sea, fundada em dois mil e dezesseis, passou por uma transformação significativa após um naufrágio em dois mil e dezessete. A empresa, que inicialmente se dedicava ao cálculo de calado dinâmico de navios, ganhou notoriedade ao fornecer tecnologia de previsão climática para auxiliar no resgate da lancha Cavalo Marinho I, que resultou na morte de 23 pessoas na Baía de Todos-os-Santos.

Em dois mil e vinte, a i4sea abandonou sua atividade original e focou em previsões climáticas hiperlocais. Em dois mil e vinte e três, a startup cresceu 120% e anunciou uma rodada de investimento de R$ 7,5 milhões, liderada pela KPTL e com participação da Polaris Investimentos. O aporte faz parte do Fundo Govtech, que apoia startups com soluções para governos e resiliência climática.

Adriano Pitoli, chefe do fundo, destacou o conhecimento técnico da i4sea, que combina oceanografia e tecnologia. Ele ressaltou a importância do serviço em um cenário de aumento de riscos climáticos, permitindo que empresas desenvolvam planos de contingência. A startup já fornece previsões precisas para o setor portuário, com clientes como o Porto de Santos.

Além do setor portuário, a i4sea está expandindo suas operações para o agronegócio, utilizando inteligência artificial para identificar mudanças climáticas que podem impactar colheitas. A empresa planeja crescer na América Latina, começando pelo Chile, Peru e Colômbia. A meta é faturar R$ 5,6 milhões em dois mil e vinte e cinco e R$ 16 milhões em dois mil e vinte e seis, com a internacionalização já em andamento.

Matheus Lima, fundador e CEO, afirmou que a expansão será feita de forma cautelosa, priorizando a consolidação em novos mercados.

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