No Brasil, há 11,4 milhões de pessoas em consórcios, que movimentaram R$ 378,7 bilhões em créditos no último ano. O setor enfrenta um problema de liquidez, pois quando um cliente para de pagar três parcelas, ele é excluído do grupo e não consegue recuperar o que investiu. Para resolver isso, novas mudanças estão sendo propostas. Agora, clientes excluídos poderão acessar seus créditos de forma mais rápida, sem precisar esperar o grupo acabar. Essas alterações buscam melhorar a experiência dos consorciados e aumentar a confiança no sistema, tornando o mercado de consórcios mais atrativo para todos.
O Brasil conta atualmente com 11,4 milhões de pessoas participando de grupos de consórcios, que movimentaram R$ 378,7 bilhões em créditos no último ano. Contudo, o setor enfrenta um desafio significativo: a liquidez no mercado secundário. Quando um cliente deixa de pagar três parcelas consecutivas, ele é excluído do grupo e suas cotas se tornam inativas, dificultando a recuperação dos valores investidos.
Mudanças estão sendo propostas para agilizar a recuperação das cotas para clientes excluídos. Em vez de esperar pelo encerramento do grupo, esses clientes poderão acessar seus créditos de forma mais rápida. Essa alteração visa melhorar a experiência dos consorciados e aumentar a confiança no sistema.
As novas diretrizes têm como objetivo resolver a questão da liquidez, que tem sido um entrave para muitos participantes. A expectativa é que, com essas mudanças, o mercado de consórcios se torne mais atrativo e acessível, beneficiando tanto os consumidores quanto as instituições financeiras envolvidas.
Entre na conversa da comunidade