A Natura vai participar da COP-30 em Belém para mostrar sua ligação com a Amazônia e sua estratégia de regeneração. A empresa trabalha com mais de 10 mil famílias de comunidades que usam 44 bioingredientes da região. Angela Pinhati, diretora de Sustentabilidade, disse que a participação é para dar visibilidade à Amazônia e suas oportunidades. A Natura quer ir além da sustentabilidade, buscando restaurar ecossistemas e promover o bem-estar das pessoas. A empresa tem metas ambiciosas, como zerar suas emissões de carbono até 2030 e garantir que 95% de seus produtos sejam biodegradáveis. Também pretende aumentar a área conservada na Amazônia para 3 milhões de hectares até o final da década. A COP-30 é vista como uma chance de fortalecer a agenda ambiental do Brasil, e a Natura quer mostrar que é possível unir conservação e lucro. A empresa possui 19 agroindústrias na Amazônia, que ajudam a valorizar produtos da floresta e a gerar bem-estar social. Pinhati destacou a importância de enfrentar problemas como o desmatamento ilegal e a exploração predatória, e acredita que a COP-30 pode atrair investimentos em tecnologias verdes. Ela ressaltou que é urgente que a adaptação e a resiliência sejam prioridades nas políticas públicas.
A Natura participará da COP-30 em Belém, destacando sua conexão com a Amazônia e sua estratégia de regeneração. A empresa, que mantém relações com mais de 10 mil famílias em comunidades agroextrativistas, utiliza 44 bioingredientes da região. Angela Pinhati, diretora de Sustentabilidade, afirma que a participação visa dar visibilidade à Amazônia e suas oportunidades.
A Natura incorporou o conceito de regeneração em sua estratégia, buscando ir além da sustentabilidade. “É preciso restaurar ecossistemas e promover o bem-estar coletivo”, diz Pinhati. A empresa estabeleceu metas ambiciosas, como zerar emissões de carbono até 2030 e garantir que 95% de seus cosméticos sejam biodegradáveis. Além disso, pretende ampliar para 3 milhões de hectares a área conservada na Amazônia até o final da década.
A COP-30 é vista como uma oportunidade para fortalecer a agenda socioambiental brasileira. A Natura quer mostrar que é possível unir conservação ambiental e lucratividade. A empresa possui 19 agroindústrias na Amazônia, que valorizam produtos da floresta e geram bem-estar social. “Queremos promover um diálogo com empresas e o poder público para deixar um legado pós-COP-30”, afirma Pinhati.
A Natura também destaca a importância de enfrentar desafios como o desmatamento ilegal e a exploração predatória. A empresa acredita que a COP-30 pode atrair diferentes setores produtivos e reforçar a necessidade de investimentos em tecnologias verdes. “É urgente que a adaptação e a resiliência ocupem o centro das políticas públicas”, conclui a diretora.
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