A Petrobras aprovou um novo acordo para reativar as fábricas de fertilizantes da Unigel, que estão paradas e enfrentam dificuldades financeiras. A decisão foi tomada em uma reunião do Conselho de Administração da Petrobras, e a Unigel deve informar sua decisão sobre as novas condições até sexta-feira. O acordo, que sofreu mudanças de última hora, agora prevê uma licitação para a operação das fábricas, ao contrário do plano inicial que incluía um pagamento de R$ 200 milhões à Unigel sem concorrência. A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, atendeu a pressões internas e o novo acordo foi aprovado por sete votos a favor e quatro contra. A Unigel, que arrendou as fábricas em 2020, parou as operações em 2023 devido a prejuízos relacionados ao aumento do preço do gás natural e à queda nos preços dos fertilizantes. A empresa busca garantir recursos para retomar a produção. O novo acordo ainda precisa ser aprovado pela Proquigel, uma subsidiária da Unigel, e homologado pelo Tribunal Arbitral.
A Petrobras aprovou um acordo para reativar as fábricas de fertilizantes da Unigel, visando evitar a falência da empresa. A decisão foi tomada em reunião do Conselho de Administração da petroleira e a Unigel deve se pronunciar até esta sexta-feira sobre a aceitação das novas condições.
O acordo, que passou por modificações de última hora, inclui a realização de licitação para a operação das fábricas. Inicialmente, a Petrobras abriria mão de um pleito judicial de R$ 1,4 bilhão e pagaria R$ 200 milhões à Unigel, sem a necessidade de concorrência. No entanto, a pressão interna entre os conselheiros levou à alteração do formato do acordo.
A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, cedeu às pressões e o novo acordo foi aprovado com sete votos a favor e quatro contra. A Unigel, que arrendou as fábricas em 2020, desativou as operações em 2023 devido a prejuízos causados pela alta do preço do gás natural e pela queda nos preços dos fertilizantes. A empresa busca garantir receita e capital para retomar a produção.
O Tribunal de Contas da União (TCU) e funcionários da Petrobras levantaram preocupações sobre os contratos anteriores, que poderiam resultar em prejuízos significativos para a estatal. O novo acordo ainda precisa ser aprovado pela Proquigel, subsidiária da Unigel, e homologado pelo Tribunal Arbitral.
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