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Walmart lança programa para ajudar exportadores chineses a vender no mercado local

Walmart lança programa para apoiar exportadores chineses, permitindo que vendam produtos no mercado interno e respondendo a apelos do governo da China.

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O Walmart lançou um programa para ajudar exportadores chineses a venderem seus produtos no mercado da China, em resposta ao governo chinês que busca apoiar empresas locais afetadas por tarifas dos Estados Unidos. Com essa iniciativa, os fornecedores poderão comercializar seus produtos nas lojas Walmart no país, ajudando a equilibrar as exigências tarifárias e fortalecer o comércio interno. O Walmart já havia enfrentado críticas por exigir que seus fornecedores absorvessem parte dos aumentos tarifários, o que gerou descontentamento nas autoridades chinesas. Recentemente, executivos do Walmart foram convocados para discutir negociações com fornecedores sobre redução de preços. No último trimestre, a empresa teve um crescimento de 28% nas vendas líquidas na China. Para apoiar os exportadores prejudicados, o Ministério do Comércio da China e plataformas de comércio eletrônico estão explorando o mercado interno, com a JD.com planejando um fundo de 200 bilhões de yuans para esse fim. As tarifas de 145% impostas pelo ex-presidente Donald Trump levaram muitos exportadores chineses a suspender remessas para os Estados Unidos e reduzir a jornada de trabalho em suas fábricas. A iniciativa do Walmart busca mitigar os impactos negativos das tarifas e fortalecer o comércio local.

O Walmart anunciou um novo programa para auxiliar exportadores chineses a comercializarem seus produtos no mercado interno. A iniciativa, divulgada na quinta-feira (24) pela unidade chinesa do varejista, surge em resposta ao governo chinês, que busca apoiar empresas locais afetadas pelas tarifas dos Estados Unidos.

Os fornecedores chineses poderão vender seus produtos nas lojas Walmart na China. Essa ação visa equilibrar as exigências tarifárias e fortalecer o comércio interno, conforme mencionado no comunicado. O Walmart já havia enfrentado críticas de Pequim por exigir que seus fornecedores absorvessem parte dos aumentos tarifários, o que gerou descontentamento nas autoridades chinesas.

Em março, executivos do Walmart foram convocados para discutir as negociações com fornecedores sobre a redução de preços. A conta do Weibo Yuyuantantian, ligada à China Central Television, destacou que exigências aos fornecedores poderiam prejudicar as operações do Walmart no país. A China representa uma parte significativa das receitas internacionais da varejista, que possui 336 lojas no território.

Crescimento nas vendas

No último trimestre, o Walmart registrou um crescimento de 28% nas vendas líquidas na China. Para apoiar os exportadores prejudicados pelas tarifas, o Ministério do Comércio da China e plataformas de comércio eletrônico estão explorando o mercado doméstico. A JD.com, por exemplo, planeja um fundo de 200 bilhões de yuans (aproximadamente US$ 27,4 bilhões) para esse fim.

Com as tarifas de 145% impostas pelo ex-presidente Donald Trump, muitos exportadores chineses suspenderam remessas para os Estados Unidos e reduziram a jornada de trabalho em suas fábricas. A iniciativa do Walmart é uma tentativa de mitigar os impactos negativos das tarifas e fortalecer o comércio local.

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