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On Holding se destaca com potencial de crescimento em meio a desafios de marcas americanas

Citigroup eleva a On Holding para "compra", prevendo alta de 33% e destacando sua força em meio a tensões comerciais com marcas americanas.

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A On Holding, uma marca suíça de calçados, teve sua classificação elevada para “compra” pela Citigroup, que prevê uma valorização de 33% nas ações, mesmo após uma queda de 15% em 2025. O novo preço-alvo é de R$ 60,00 por ação, reduzido de R$ 65,00. O analista Paul Lejuez elogiou a força da marca e sua habilidade de repassar custos, especialmente em um momento em que marcas americanas enfrentam dificuldades na China. Ele acredita que a On pode se destacar, já que tem uma base de vendas diversificada e pouca dependência de custos na China, o que a coloca em uma boa posição para crescer em regiões como Ásia-Pacífico e Europa, Oriente Médio e África. Apesar de ter reduzido a previsão de lucros devido a desafios cambiais e tarifas, Lejuez confia que a força da marca ajudará a empresa a lidar com as incertezas do mercado.

A On Holding, marca suíça de calçados, recebeu uma atualização positiva da Citigroup, que elevou sua classificação para “compra”. A previsão é de uma valorização de 33%, apesar de uma queda de 15% nas ações em 2025. A nova meta de preço é de R$ 60,00 por ação, reduzida de R$ 65,00.

O analista Paul Lejuez destacou a força da marca e a capacidade da On de repassar custos, especialmente em um cenário de retaliação contra marcas americanas na China. Ele acredita que a empresa pode se destacar em um ambiente desafiador, onde marcas como Nike e Lululemon enfrentam resistência dos consumidores chineses.

A On Holding, por ser uma empresa suíça, pode se beneficiar da percepção positiva fora dos Estados Unidos. Lejuez mencionou que a marca possui uma base de vendas geograficamente diversificada e baixa exposição a custos de sourcing na China. Isso a coloca em uma posição favorável para ganhar participação de mercado em regiões como Ásia-Pacífico e Europa, Oriente Médio e África.

Embora o analista tenha reduzido a previsão de lucros para o ano devido a desafios cambiais e tarifas impostas pela administração Trump, ele acredita que a força da marca On permitirá que a empresa navegue melhor pelas incertezas do mercado.

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