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Petrobras apresenta produção estável e sinaliza resultados positivos para 1T25

Petrobras reporta aumento de 5,4% na produção de óleo e gás no 1T25, mas vendas caem sazonalmente; balanço financeiro será divulgado em breve.

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A Petrobras divulgou seu relatório de produção e vendas do primeiro trimestre de 2025, mostrando um aumento de 5,4% na produção média de óleo e gás em comparação ao trimestre anterior, totalizando 2,77 milhões de barris de óleo equivalente por dia. No entanto, as vendas caíram devido à sazonalidade, embora tenham crescido 2,9% em relação ao ano passado. A produção no pré-sal aumentou com a entrada de novos poços e a redução de paradas para manutenção. O segmento de refino teve uma queda de 6,2% na produção devido a uma parada planejada. O balanço financeiro será divulgado em 12 de maio, com expectativas de Ebitda entre US$ 10,5 e US$ 11 bilhões e dividendos de US$ 2,4 bilhões. Analistas acreditam que os resultados são neutros, mas esperam uma recuperação nos dividendos devido a uma possível redução nos investimentos. A Petrobras é vista como uma boa opção para investidores, com expectativas de resultados positivos impulsionados por preços de petróleo mais altos e margens de refino melhores.

A Petrobras (PETR3; PETR4) divulgou seu relatório de produção e vendas referente ao primeiro trimestre de 2025 na noite de terça-feira, 29 de abril. A produção média de óleo e gás aumentou 5,4% em relação ao trimestre anterior, totalizando 2,77 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed). As vendas, por outro lado, apresentaram uma queda sazonal.

Os dados mostram que a produção no pré-sal cresceu 5,3% em comparação ao quarto trimestre de 2024, impulsionada pela entrada da plataforma FPSO Marechal Duque de Caxias no campo de Mero e pelo início da produção de sete novos poços. O pós-sal profundo também teve um desempenho positivo, com um aumento de 10,5% na produção trimestral.

Expectativas Financeiras

O balanço financeiro da companhia será divulgado em 12 de maio, com expectativas de Ebitda entre US$ 10,5 bilhões e US$ 11 bilhões. Os dividendos esperados são de US$ 2,4 bilhões. A análise da Genial Investimentos considera os dados neutros, ressaltando que a base do quarto trimestre de 2024 foi impactada por paradas para manutenção.

O Bradesco BBI destacou que a produção se manteve em linha com as estimativas, retornando ao nível de 2,2 mil barris por dia do mesmo período do ano anterior. O Goldman Sachs também observou que os dados de produção não surpreenderam os investidores, uma vez que a ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis) divulga informações mensalmente.

Desempenho do Segmento de Refino

No segmento de Refino, a produção de derivados caiu 6,2% devido a uma parada geral planejada na refinaria RNEST no início do ano. O Itaú BBA acredita que a Petrobras terá resultados melhores, impulsionados por preços de petróleo mais altos e margens de refino superiores na comparação trimestral.

O BTG Pactual mantém a Petrobras como sua principal escolha no setor, confiando na evolução dos fundamentos e prevendo uma redução nos desembolsos de capital. A expectativa é que a FPSO Almirante Tamandaré atinja a capacidade de produção até o final de 2025.

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