O BNDES e a Finep receberam 124 propostas de investimento em minerais estratégicos, com um total de R$ 85,2 bilhões. A chamada foi lançada em janeiro, com a expectativa de liberar R$ 5 bilhões em apoio financeiro. As propostas foram apresentadas por 136 grupos econômicos até o dia 30 do mês passado. Para serem selecionadas, as empresas precisavam enviar planos de negócios. Agora, os técnicos do BNDES e da Finep vão analisar as propostas. A maior parte do dinheiro solicitado, R$ 67,8 bilhões, é para escalamento industrial, e R$ 6,4 bilhões para desenvolvimento tecnológico. O presidente do BNDES destacou que o Brasil tem vantagens para atrair esses investimentos, como suas reservas minerais e uma matriz energética limpa. O presidente da Finep também comentou que essa iniciativa pode ajudar o país a avançar em desenvolvimento sustentável.
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) receberam 124 propostas de 136 grupos econômicos em uma chamada para projetos de investimento em minerais estratégicos. O total de investimentos solicitados chega a R$ 85,2 bilhões, com foco em escalamento industrial e desenvolvimento tecnológico.
A chamada foi lançada em janeiro, com a previsão inicial de R$ 5 bilhões em apoio financeiro. As propostas foram apresentadas até o dia 30 de abril. Para serem selecionadas, as empresas precisavam apresentar planos de negócios detalhados. Agora, as propostas passarão por análise técnica do BNDES e da Finep, conforme critérios estabelecidos.
Dos R$ 85,2 bilhões solicitados, R$ 67,8 bilhões são destinados ao escalamento industrial e R$ 6,4 bilhões ao desenvolvimento tecnológico. O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, destacou que o Brasil possui vantagens únicas para atrair esses investimentos, como vastas reservas minerais e uma matriz energética limpa.
O presidente da Finep, Celso Pansera, afirmou que a chamada representa um novo ciclo de desenvolvimento baseado em sustentabilidade e valor agregado nacional. As propostas agora serão avaliadas, e os planos de negócios aprovados poderão receber apoio financeiro em uma segunda fase, conforme as condições creditícias dos proponentes.
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