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Coinbase se prepara para nova fase de alta com aquisição e suporte técnico robusto

Coinbase se recupera após queda, com aquisição da Deribit e Bitcoin testando resistência de $100.000, sinalizando nova fase de alta.

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As ações da Coinbase estão se recuperando após uma queda significativa. A empresa comprou a Deribit, uma firma de opções de criptomoedas, e o Bitcoin está testando a resistência de $100.000, o que pode indicar o início de uma nova fase de alta. Depois de atingir um pico de $350 em dezembro de 2024, as ações da Coinbase caíram quase 60%, voltando a $150 em abril de 2025. Recentemente, a Coinbase superou sua média móvel de 50 dias, e uma quebra acima da média de 200 dias pode confirmar uma nova tendência de alta. O gráfico semanal também mostra sinais positivos, com os baixos de setembro de 2024 e abril de 2025 representando uma retração significativa do mercado anterior. O Bitcoin, que está se aproximando de níveis de suporte, pode impulsionar a Coinbase e outras criptomoedas se conseguir ultrapassar a marca de $100.000 e retestar os máximos históricos.

As ações da Coinbase (COIN) estão apresentando sinais de recuperação, após uma queda de quase 60% desde o pico de R$ 350 em dezembro de 2024. Em abril de 2025, as ações voltaram a um nível de suporte em R$ 150. A recente aquisição da plataforma de opções de criptomoedas Deribit e o Bitcoin testando a resistência de R$ 100.000 indicam um possível início de uma nova fase de alta.

A análise técnica das ações da Coinbase revela um padrão cíclico, com um mínimo em setembro de 2024 e um pico em dezembro do mesmo ano. Após a queda, a empresa conseguiu se recuperar, superando a média móvel de 50 dias. A próxima validação de uma nova tendência de alta dependerá da superação da média de 200 dias.

Os gráficos semanais também mostram evidências de uma recuperação, com os mínimos de setembro de 2024 e abril de 2025 representando uma retração de 61,8% da fase de alta anterior. O indicador PPO (Percentage Price Oscillator) sinalizou uma divergência de alta em outubro, sugerindo que a recuperação pode estar em andamento.

Além disso, a média móvel de 150 semanas, um indicador de tendências de longo prazo, está alinhada com os mínimos de 2024 e 2025. A movimentação do Bitcoin, que voltou a superar a média móvel de suporte, e o RSI (Relative Strength Index) entrando na região de sobrecompra, reforçam a possibilidade de um novo ciclo de alta. Se o Bitcoin conseguir romper a resistência de R$ 100.000, isso poderá impulsionar a Coinbase e outras criptomoedas para uma nova fase de valorização.

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