A pandemia anterior já havia causado problemas nos embarques de papel higiênico pelo mundo, e agora novas tarifas de importação dos EUA estão afetando a celulose do Brasil. Em abril, os embarques de celulose do Brasil para os EUA caíram 20% em comparação com o ano passado, segundo dados do governo. A Suzano, maior exportadora de celulose do mundo, informou que as tarifas estão dificultando as vendas e gerando incertezas entre compradores e vendedores. O diretor-executivo da empresa, João Alberto de Abreu, disse que, embora tenham conseguido repassar os custos das tarifas, a situação ainda é incerta. O vice-presidente executivo, Leonardo Grimaldi, comentou que os clientes estão tendo dificuldades para prever como as tarifas afetarão seus planos de produção, o que está deixando todos em um momento de incerteza no mercado.
A pandemia anterior causou interrupções significativas nos embarques de papel higiênico globalmente, afetando a produção de celulose. Agora, novas tarifas de importação impostas pelos Estados Unidos estão impactando ainda mais o setor. Em abril, os embarques de celulose do Brasil para os EUA caíram 20% em relação ao ano anterior, segundo dados do governo.
O diretor-executivo da Suzano, João Alberto de Abreu, afirmou que as tarifas, implementadas pelo governo americano, estão reduzindo os embarques de celulose, matéria-prima essencial para produtos como papel higiênico. Apesar da queda, a empresa conseguiu repassar parte dos custos aos compradores nos EUA.
A incerteza gerada por essas tarifas está afetando o mercado. Leonardo Grimaldi, vice-presidente executivo da Suzano, destacou que os clientes enfrentam dificuldades para prever como as tarifas influenciarão seus planos de produção. Isso levou compradores e vendedores a um modo de descoberta de preços, aumentando a volatilidade nas negociações.
As ações da Suzano também foram impactadas, caindo até 4,3% em um único dia, atingindo o menor nível intradiário desde junho. A situação atual evidencia como as disputas comerciais podem interromper o fluxo normal de embarques de bens essenciais, como a celulose, e gera preocupações sobre o futuro do mercado.
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