A pandemia já havia causado problemas na entrega de papel higiênico, e agora as tarifas do presidente dos EUA, Donald Trump, estão criando novas dificuldades. A Suzano, que é a maior exportadora de celulose do mundo, viu suas vendas para os EUA caírem 20% em abril, segundo dados do governo. O CEO da empresa, João Alberto de Abreu, disse que estão repassando os custos das tarifas aos compradores americanos. A incerteza sobre como essas tarifas vão afetar a produção está deixando tanto compradores quanto vendedores de celulose inseguros, dificultando as negociações. Enquanto isso, Trump está em negociações com a China para tentar reduzir tensões comerciais, mas as tarifas sobre produtos chineses continuam altas.
A pandemia e as tarifas comerciais dos Estados Unidos, sob a gestão de Donald Trump, têm causado impactos significativos na cadeia de suprimentos global. A Suzano, maior exportadora mundial de celulose, reportou uma queda de 20% nas exportações de celulose para os EUA em abril, em comparação ao mesmo mês do ano anterior. O CEO da empresa, João Alberto de Abreu, destacou que as tarifas estão sendo repassadas aos compradores norte-americanos.
A incerteza gerada por essas tarifas tem afetado as negociações e os planos de produção. Leonardo Grimaldi, vice-presidente executivo da Suzano, afirmou que os clientes enfrentam dificuldades em prever como as tarifas influenciarão seus negócios. Isso resultou em um cenário de “descoberta de preços” entre compradores e vendedores de celulose.
Impacto nas Exportações
As exportações brasileiras de celulose branqueada de eucalipto para os EUA, matéria-prima essencial para produtos como papel higiênico, estão sob pressão. A queda de 20% nas exportações em abril reflete as tensões comerciais e a instabilidade no mercado. A Suzano está monitorando de perto a situação, enquanto as tarifas comerciais continuam a gerar incertezas.
Na mesma semana em que Trump anunciou um acordo comercial, executivos americanos e chineses se reuniram na Suíça para discutir a redução das tensões comerciais. Trump indicou que uma tarifa de 80% sobre produtos chineses poderia ser ideal, enquanto as tarifas atuais estão em 145%, criando um ambiente de quase embargo sobre os bens da China.
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