A Vivo tem 120 mil toneladas de cobre em sua rede de telefonia, que podem gerar R$3 bilhões entre 2026 e 2028. O presidente da empresa, Christian Gebara, explicou que a venda do cobre ocorrerá principalmente em 2026 e 2027. Esse valor é considerado livre de custos de extração. A venda do cobre é parte da mudança da Vivo de um modelo de concessão, que exigia investimentos em tecnologia de cobre, para um modelo de autorização, que prioriza serviços móveis e fibra óptica. Para conseguir vender todo esse cobre, a Vivo precisa migrar 1,2 milhão de clientes que ainda usam telefonia de cobre, o que exigirá a expansão de suas redes de fibra.
A Vivo (VIVT3) anunciou que possui 120 mil toneladas de cobre em sua rede de telefonia, que podem gerar R$ 3 bilhões entre 2026 e 2028. O presidente-executivo da empresa, Christian Gebara, revelou a informação durante uma coletiva de imprensa após a divulgação dos resultados do primeiro trimestre.
A venda do cobre será realizada principalmente em 2026 e 2027, com a expectativa de que os recursos sejam livres de custos de extração. Essa quantidade de cobre é resultado da migração da Vivo do regime de concessão, que exigia investimentos em tecnologia de cobre, para um modelo de autorização, focado na expansão de serviços móveis e de fibra óptica.
Para viabilizar a venda do cobre, a Vivo precisa migrar 1,2 milhão de clientes que ainda utilizam a tecnologia de telefonia de cobre. Gebara destacou que essa transição exigirá a expansão das redes de fibra óptica da empresa, alinhando-se às novas demandas do mercado.
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