A Auratone, uma empresa de alto-falantes fundada em 1958, está enfrentando dificuldades devido a tarifas altas, incluindo uma nova tarifa de 145% sobre produtos da China. Isso pode forçar a empresa a mudar sua fabricação para o exterior, o que afetaria suas operações nos Estados Unidos. O presidente da Auratone, Alex Jacobsen, explicou que cerca de metade das peças dos alto-falantes vem de fora, e a empresa já lidava com tarifas de 25% desde 2018. Agora, além da tarifa de 145%, há uma nova tarifa universal de 10% e possíveis aumentos após uma pausa temporária. Jacobsen mencionou que a empresa pode ter que pagar até US$ 20.000 a mais em impostos de importação. Ele também destacou que, enquanto alguns clientes internacionais estão comprando mais equipamentos antes que os preços subam, a situação atual é mais crítica do que antes. Jacobsen considera mover a fabricação para a Europa, onde a empresa poderia se beneficiar de acordos comerciais. A maioria das empresas, segundo uma pesquisa, acredita que os altos custos dificultam a volta da fabricação para os EUA. Jacobsen ainda espera manter parte da produção nos Estados Unidos, mas admite que pode ser necessário mudar se a situação não melhorar. Ele sugere que o governo poderia oferecer incentivos, como isenções fiscais, para ajudar as pequenas empresas a fabricar localmente.
A Auratone, empresa fundada em mil novecentos e cinquenta e oito, é reconhecida por seus alto-falantes, especialmente o modelo 5C, utilizado em estúdios de gravação para mixar álbuns icônicos, como “Thriller” de Michael Jackson. Atualmente, a companhia enfrenta desafios significativos devido a novas tarifas, incluindo uma tarifa de 145% sobre produtos da China, que pode forçar a mudança de sua fabricação para o exterior.
O presidente da Auratone, Alex Jacobsen, neto do fundador Jack Wilson, afirma que cerca de cinquenta por cento das peças dos alto-falantes são importadas, principalmente da China e da Europa. Os produtos são fabricados em Nashville ou Minnesota e vendidos para uma base de clientes que inclui sessenta por cento de compradores internacionais. Jacobsen destaca que a empresa será impactada por tarifas tanto na importação de peças quanto nas vendas internacionais.
Desde mil novecentos e dezoito, a Auratone já lidou com tarifas, mas a situação atual é mais crítica. A empresa enfrentou um aumento de dez por cento nas tarifas universais e uma tarifa adicional de 145% sobre produtos chineses, que entrou em vigor em abril. Embora os EUA e a China tenham concordado em pausar a maioria das tarifas por noventa dias, Jacobsen estima que a Auratone terá que arcar com R$ 20 mil ou mais em novos impostos de importação.
Jacobsen observa que “é possível absorver um aumento de dez a quinze por cento, mas quando se enfrenta uma tarifa de 170%, a situação muda completamente.” Ele considera que, se necessário, a fabricação pode ser transferida para a Europa, onde a empresa poderia se beneficiar de acordos de livre comércio. A Auratone realiza cerca de R$ 400 mil em vendas anuais e, com a expectativa de aumento de preços devido às tarifas, alguns compradores internacionais já começaram a estocar equipamentos.
A política tarifária do governo dos EUA, segundo Jacobsen, pode ter o efeito oposto ao pretendido, dificultando a manutenção da produção local. Ele expressa o desejo de manter parte da produção nos EUA, ressaltando que a herança da empresa é construir os produtos localmente. Jacobsen sugere que o governo poderia oferecer incentivos, como isenções fiscais, para apoiar pequenas empresas que fabricam nos Estados Unidos.
Entre na conversa da comunidade