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Graduados em nutrição e artes têm melhores perspectivas de emprego que em STEM

Graduados em nutrição e artes superam os de STEM em empregabilidade, revelam dados do Federal Reserve de Nova York.

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Os graduados estão enfrentando um mercado de trabalho desafiador, mas uma nova análise do Federal Reserve Bank de Nova York mostra que alguns cursos, como nutrição e artes, têm melhores taxas de emprego do que os cursos em STEM, que incluem ciência da computação e engenharia. A taxa de desemprego para graduados em arte é de 3%, enquanto para nutrição é de apenas 0,4%. Em contraste, as taxas para ciência da computação e engenharia são de 6,1% e 7,5%, respectivamente. Além disso, áreas como filosofia e teologia também se saem melhor do que economia e finanças. O aumento da demanda por habilidades criativas e de pensamento crítico, impulsionado pela inteligência artificial, está fazendo com que empresas busquem graduados de humanidades. O setor de saúde continua a crescer, com uma taxa de desemprego de apenas 1,4% para graduados em enfermagem, o que mostra que essa área oferece segurança no emprego, especialmente em tempos de incerteza econômica.

A situação do mercado de trabalho para graduados se mostra desafiadora, com um aumento do desemprego entre jovens adultos. Contudo, uma análise recente do Federal Reserve Bank de Nova York revela que graduados em áreas como nutrição e artes apresentam melhores taxas de emprego do que aqueles formados em STEM (ciências, tecnologia, engenharia e matemática).

Os dados mostram que a taxa de desemprego para graduados em ciência da computação e engenharia da computação é de 6,1% e 7,5%, respectivamente, superando a média nacional. Em contrapartida, os formados em história da arte têm uma taxa de desemprego de apenas 3%, enquanto os graduados em ciências nutricionais apresentam uma impressionante taxa de 0,4%. A análise foi baseada em dados do Censo de 2023.

Demanda por Habilidades Criativas

Além disso, o relatório indica que graduados em economia e finanças também enfrentam desafios, com taxas de emprego inferiores às de formados em teologia e filosofia. O mercado de trabalho está se tornando cada vez mais competitivo, com um aumento de 32% no número de lares da Geração Z recebendo benefícios de desemprego em fevereiro. A taxa de desemprego entre graduados subiu para 5,8% em março, em comparação a 4,6% no ano anterior.

A demanda por habilidades criativas e humanas está crescendo, especialmente em um cenário onde a inteligência artificial (IA) se torna mais prevalente. Robert Goldstein, COO da BlackRock, afirmou que a empresa está mudando sua estratégia de contratação, buscando profissionais com formação em áreas como história e inglês, que não estão diretamente ligadas a finanças ou tecnologia.

Oportunidades na Saúde

O setor de saúde continua a apresentar uma alta demanda, com 902 mil novos empregos criados no ano passado. A previsão é que as ocupações na área cresçam mais rapidamente do que a média de todos os empregos nos Estados Unidos até 2033. A taxa de desemprego entre graduados em enfermagem é de apenas 1,4%, destacando a resiliência dessa profissão em tempos de incerteza econômica.

Travis Moore, enfermeiro e estrategista de saúde, ressalta que a escassez de profissionais de enfermagem cria oportunidades significativas, com baixas taxas de demissão. Embora o salário inicial para enfermeiros seja inferior ao de graduados em economia e finanças, a segurança no emprego pode ser um fator mais relevante em um possível cenário de recessão.

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